<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6584314118255202052</id><updated>2011-07-31T00:58:14.454-03:00</updated><category term='vida positiva'/><category term='carreira'/><category term='autoconhecimento'/><category term='desenvolvimento humano'/><category term='desenvolvimento profissional'/><category term='qualidade de vida'/><category term='vida virtual'/><category term='satisfação'/><category term='sentimentos'/><category term='verdade pessoal'/><category term='psicanálise'/><category term='desenvolvimento pessoal'/><category term='valores humanos'/><category term='A vida pode ser mais leve'/><category term='energia de vida'/><category term='amadurecimento'/><category term='autoestima'/><category term='autoafirmação'/><category term='crescimento pessoal'/><category term='status socioeconômico'/><category term='comportamento humano'/><category term='consumismo'/><category term='emprego'/><category term='relações profissionais'/><category term='beleza'/><category term='feiura'/><category term='velhice'/><category term='reflexão'/><category term='superproteção'/><category term='luxo'/><category term='mudanças'/><category term='respeito'/><category term='afetividade'/><category term='timidez'/><category term='esperança'/><category term='escolhas pessoais'/><category term='medos'/><category term='moral'/><category term='livro'/><category term='amor'/><category term='fé'/><category term='diversão'/><category term='relações interpessoais'/><category term='autovalorização'/><category term='motivação'/><category term='Natal'/><category term='capacidade interior'/><category term='vida real'/><category term='dependência'/><category term='autoaceitação'/><category term='trabalho'/><category term='renovação'/><category term='lançamento'/><title type='text'>Reflexões e (Re)Descobertas</title><subtitle type='html'>A reflexão sincera e equilibrada é um exercício que nos leva a entender melhor a nós mesmos, aos outros e à vida. Possibita-nos (re)descobrir o eu autêntico e a verdade de cada um de nós, nossos desejos de vida e nos tornar mais plenos e felizes, realizadores verdadeiros de nossos destinos. Este blog é um campo de treinamento para esse exercício!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Marcus Facciollo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02707236919449415613</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5KySA8qNB6U/SnI5KrxynsI/AAAAAAAAAAU/mXEBMT0Oc0A/S220/vendo.olimpiadas.ago.2008.2.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>22</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6584314118255202052.post-1661279706394647957</id><published>2010-10-22T17:13:00.000-02:00</published><updated>2010-10-22T17:14:38.693-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desenvolvimento pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='consumismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='status socioeconômico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='autoafirmação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='valores humanos'/><title type='text'>A era do "parecer"</title><content type='html'>Nem "ter", muito menos "ser" de verdade. Tenho me convencido cada vez mais que o conceito de nossa época é o "parecer". Parecer ser alguém que na verdade não se é, parecer ter condições que realmente não tem... tudo isso em busca de autoafirmação, elevação de status, tentativa de inclusão num grupo, de demonstração de poder (em vários sentidos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ilustrar melhor o que quero dizer, exemplificarei. Recentemente, tive acesso a algumas pesquisas de mercado de um cliente com quem trabalho e essas pesquisas eram sobre alguns produtos como TVs LCD, marcas de roupas, de aparelhos eletrônicos e alimentos. Tais pesquisas foram realizadas inicialmente de forma individual com os entrevistados (normalmente das classes socioeconômicas B e C — entendendo-se classe C principalmente como a "nova classe média" que chegou a esse patamar recentemente), em suas residências, e depois com essas pessoas reunidas em grupos. Foram pesquisas encomendadas por empresas para conhecer melhor o mercado, saber que imagem elas têm entre o público consumidor e criar estratégias de vendas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As informações obtidas foram bastante interessantes e comprovaram para mim algo que eu já acreditava ser a realidade. As pessoas se utilizam do consumo como forma de afirmação social, diferenciação, realização interior, autoafirmação também, para demonstrar o sucesso econômico que têm, ou que não têm mas querem aparentar ter. O que se observou na pesquisa muito comumente foi que em casas pequenas, mal-cuidadas, cheias de necessidades importantes de reparos, havia grandes TVs LCD nas salas, desproporcionalmente grandes, ocupando um espaço além do que seria razoável, mas estavam lá, absolutas, o centro das atenções. Também se constatou que muitos entrevistados gostavam de comprar produtos falsificados de camelôs que ostentavam assinaturas de famosas marcas internacionais, para os outros verem que elas "usavam" produtos de marcas que davam status. A compra de grandes veículos (utilitários esportivos, station wagons e cia.) também é realizada muitas vezes porque esses veículos fazem seus proprietários se sentirem "importantes, realizados, poderosos, pertencentes a uma 'elite'"... mesmo que isso signifique pagar altas prestações durante anos a fio e deixar de investir num plano de saúde, em educação melhor para os filhos ou em produtos e serviços que poderiam contribuir para um aprimoramento cultural. Ter um computador de último tipo, desejo realizado ou em planejamento de muitos entrevistados, não significava que com isso eles pretendiam alcançar novas possibilidades de aquisição de informação e cultura. Participação em redes sociais e utilização do computador como ferramenta de trabalho foram os motivos práticos citados para a aquisição das máquinas, e tais motivos geralmente não justificavam a escolha por modelos dos mais avançados e caros. O status de ter um computador avançado e caro pesava muito na hora da escolha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que o luxo, a satisfação de alguns de nossos desejos de consumo e posse, a realização de algo que gostamos de fazer, de uma vontade, é necessário para viver bem, afinal, a vida não é só trabalho e obrigações (sobre isso já escrevi no artigo "Luxo para viver", aqui no site mesmo). Porém, vejo as pessoas colocando na frente da realização de necessidades mais importantes a satisfação de desejos consumistas, muitas vezes fazendo de tudo para se sentirem "parte" de um mundo que admiram e desejam por meio da obtenção de produtos de consumo que creem que as farão membros desse mundo/estrato socioeconômico, que veem como ideal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repito que é necessário realizar vontades nossas para ter uma vida agradável, mas com bom-senso. Se eu tenho um veículo caro, que me faz parecer ser de uma camada socioeconômica superior que necessariamente não é a minha, isso não é nenhum pecado mortal, mesmo porque o que é pecado (isso existe, pecado?)? Mas o tempo e o dinheiro que gastei para adquirir aquele bem material valeram realmente a pena? Não poderiam ter sido usados para algo mais útil? Não teria sido melhor comprar um carro mais simples e com o restante do dinheiro eu ter feito um curso que desejava ou precisava e que seria positivo para mim? Ou ter feito terapia? Ou ter comprado um guarda-roupas novo, porque o meu está caindo aos pedaços? Se para mim o que importa mesmo é ter o utilitário esportivo gigante em minha garagem, que mal consigo fechar o portão porque, de tão grande, o veículo quase fica com a traseira na calçada, e ter uma casa caindo por dentro e uma limitação de currículo profissional ou de cultura geral, de autoconhecimento, de visão de mundo e do outro, pois o tempo e o dinheiro que poderia empregar nisso uso para comprar bens que pretensamente me dão status e realização, creio que tenho uma percepção um pouco distorcida do que realmente importa na vida, do que poderia de verdade me fazer ser uma pessoa mais feliz e realizada, satisfeita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria de nós quer ter acesso ao que é bom, principalmente quem teve isso negado por muito tempo, sentir-nos aceitos entre os que admiramos, mas que isso não seja o maior objetivo de nossas vidas. Mesmo porque ter carros, TVs e etcs. nunca fez, por si só, alguém ser feliz, melhor que os outros e bem aceito por aqueles que são a elite social, econômica e cultural. Cultura é um fator que engrandece as pessoas e as fazem ser admiradas por aqueles que verdadeiramente importam. Segurança interior, tranquilidade, gentileza, alegria de viver, senso de humanidade, justiça também. Comprar uma roupa de grife internacional (ou uma versão falsa) para parecer que é rico e ser admirado e invejado só o fará ser admirado por quem também se pauta por valores equivocados e não trará verdadeira satisfação e crescimento interior, você sempre precisará de mais, para se provar o tempo todo e provar para os outros que é alguém "importante". A indústria de consumo e a mídia vão apoiar esse seu estilo de vida, pois querem mais é que você compre, gaste seu dinheiro e atenção com eles, e que bom se você sempre quiser mais e mais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta é: até quando você vai continuar nessa dinâmica (ou irá entrar nela?) de consumir para parecer ser alguém que de verdade não é, deixando de lado o que verdadeiramente poderia fazê-lo ser uma pessoa melhor e ter mais uma vida mais leve?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6584314118255202052-1661279706394647957?l=reflexoeseredescobertas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/feeds/1661279706394647957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2010/10/era-do-parecer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/1661279706394647957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/1661279706394647957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2010/10/era-do-parecer.html' title='A era do &quot;parecer&quot;'/><author><name>Marcus Facciollo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02707236919449415613</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5KySA8qNB6U/SnI5KrxynsI/AAAAAAAAAAU/mXEBMT0Oc0A/S220/vendo.olimpiadas.ago.2008.2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6584314118255202052.post-6945147307890560043</id><published>2010-04-26T17:22:00.004-03:00</published><updated>2010-04-26T18:05:12.660-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='autoconhecimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='capacidade interior'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crescimento pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='escolhas pessoais'/><title type='text'>Luz e Sombra</title><content type='html'>Recentemente ouvi o seguinte de uma professora minha: "Mesmo que caminhemos na direção da luz, a sombra sempre nos acompanhará; basta virarmos a cabeça um pouco para trás e a veremos". Isso que ela falou imediatamente me fez pensar que, apesar de informar algo óbvio, tem grande profundidade e convida a uma reflexão interessante se nos dispusermos a isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que falar do aspecto físico, de que sempre que formos para uma fonte de luz a sombra virá atrás de nós, podemos aplicar essas palavras a nossas vidas, de diferentes maneiras. Primeiramente, que sombra e luz, certo e errado, são companheiros inseparáveis, que habitam muito próximos um do outro, e nós, com o livre arbítrio que temos, podemos facilmente escolher entre um e outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhar para a sombra, por uns instantes, pode nos distrair um pouco do caminho da luz, mas isso não significa necessariamente que mudaremos de direção completamente. Associando luz com "correto", "bom", e sombra com "não tão correto", "não tão bom", é necessário perceber que, mesmo que estejamos sempre fazendo o possível para caminhar para a luz, a sombra está logo ali atrás de nós, possível, basta virarmos um pouco a cabeça e suas possibilidades se abrirão para nós. Na vida, muitas vezes olhamos para a sombra e vamos em sua direção porque a luz parece nos atrapalhar, cegar. Talvez, naquele momento, nossos olhos não estejam preparados para a luz. Porém, sabemos que poderemos voltar a seguir em sua direção quando nos sentirmos aptos ou desejarmos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de a sombra existir é natural e positivo. Ela serve para que tenhamos a referência do que é a luz. Sem sobra, como saberíamos que a luz... é a luz? O fato de a sombra sempre nos acompanhar a todos também nos faz lembrar que qualquer pessoa, por mais madura, sábia, correta, boa que seja sempre traz consigo a possibilidade da sombra, ou seja, de falhar, de cometer enganos, de agir de forma não muito positiva uma vez ou outra. Isso faz com que se saiba que todos podem errar. Quem nega a sombra que o acompanha erroneamente julga-se infalível, sabe-tudo, onipotente, e está muito enganado. Talvez esteja, até, indo em direção à sombra sem saber. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, como seres humanos, precisamos entender que somo falíveis, mas que podemos acertar, também. Nenhum caminho é impossível de ser mudado, nenhuma rota é impossível de ser corrigida. Dentro de nós temos o bom e o mau, o certo e o errado, conceitos que variam, claro, de pessoa para pessoa, cultura para cultura, mas basicamente têm muito em comum em todas elas. E sabemos, no íntimo, defini-los. É só ouvir o que o eu verdadeiro fala. Pode ser bom algo que só nos faz sofrer durante muito tempo, por exemplo? Mesmo que pareça confortável, seguro, será que é realmente positivo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre que paro para refletir sobre algum assunto, invariavelmente entendo que as respostas vêm em grande parte de dentro de nós mesmos. Quando não, podemos procurá-las fora, em pessoas, fontes de informação ou ambientes possíveis para tanto. Mas, em grande parte, repito, as respostas estão dentro da gente. Por isso, a importância de conhecer-se bem, ouvir-se, respeitar-se. Entendendo o que a luz traz de bom para a gente, a possibilidade de enxergar com clareza sua beleza, a satisfação de andar num caminho claro e bonito, entendendo que o caminho da sombra é escuro, duvidoso, normalmente sofrido, mas que existe como referência e algumas vezes precisamos andar por ele para voltarmos ao caminho da luz mais decididos e fortalecidos. Que ninguém pense que está totalmente livre da sombra; você pode não olhar para ela, pode não ir em sua direção, mas ela está ali, lembrando-nos que somos seres humanos como os outros que existem neste planeta, nem melhores, nem piores. A sombra lembra-nos que ir para a luz é uma escolha pessoal, positiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande meta da vida é enxergar seu próprio caminho para a luz, que é a sua luz própria. Assim, você se torna um farol para si mesmo e para os outros que estão ao seu redor, se desejarem. Ver a própria luz nos faz enxergar a do outro e valorizá-lo, assim como ver a própria sombra nos faz ter a humildade de perceber que podemos falhar e que os outros também podem, sem que isso represente uma vergonha ou culpa eterna para alguém. A luz existe para todos, em todos. É um caminho sempre possível de ser seguido e retomado, mesmo que não hoje, mas amanhã, quem sabe? Está lá para o escolhermos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6584314118255202052-6945147307890560043?l=reflexoeseredescobertas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/feeds/6945147307890560043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2010/04/luz-e-sombra.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/6945147307890560043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/6945147307890560043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2010/04/luz-e-sombra.html' title='Luz e Sombra'/><author><name>Marcus Facciollo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02707236919449415613</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5KySA8qNB6U/SnI5KrxynsI/AAAAAAAAAAU/mXEBMT0Oc0A/S220/vendo.olimpiadas.ago.2008.2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6584314118255202052.post-7396598391093385829</id><published>2010-03-31T15:58:00.004-03:00</published><updated>2010-03-31T16:54:21.866-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='renovação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desenvolvimento humano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mudanças'/><title type='text'>Renovar-se para viver</title><content type='html'>Não escrevo artigos de cunho religioso e respeito todas as religiões que sinceramente pregam o bem. Porém, algumas datas de comemorações religiosas me fazem refletir sobre o significado que possuem. A Páscoa é uma delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que entendo sobre a Páscoa é seu sentido de renovação, renascimento. Durante a vida, quantas vezes não precisamos renascer, nos renovar? Abandonar velhas estruturas, maneiras de ser, para adotar novas, diferentes? É algo fundamental para que continuemos vivos de maneira gratificante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ser humano geralmente não gosta de mudanças. Mudar-se ou mudar algo significa "matar" uma antiga estrutura, postura, jeito de ser, pensar, agir, para começar algo novo, portanto ainda não inteiramente conhecido, às vezes nada conhecido. Somos resistentes a novos inícios, nos acomodamos em muitas ocasiões, por temermos mexer no que, por pior que seja, já nos é familiar. Claro, há vezes em que a situação está tão ruim, tão claramente demandando modificações, que as mudanças são desejadas e bem-vindas, mas o usual é que tentemos ao máximo nos prender ao que já está estabelecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudar por mudar, não é essa a questão. Mudar, renovar, é necessário sempre que significar uma melhora, uma libertação, mais maturidade, crescimento, mais alegria de viver. Há quem deliberadamente viva se reinventando, mudando sua vida, não porque realmente enxerga uma necessidade positiva nisso, mas porque não consegue, ou não quer, se dedicar sinceramente a um empreendimento. Isso se faz por medo de responsabilidades, de vínculos, por autossabotagem para não se estabelecer e crescer. Mas não é esse sentido que quero destacar, e sim aquele de que sejamos conscientes de que, sempre que for necessário, façamos um esforço para superar o medo do novo, de tentar, e sigamos novos e melhores rumos para nós e nossas vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoas passam anos reclamando, cometendo os mesmos erros, numa mesma rotina por vezes sufocante, porque acham que se tentarem mudar de vida e de comportamento será pior, que não tem jeito mesmo, melhor se resignar e aceitar o que têm... Isso é uma pena. Quantas chances de ter uma vida melhor são desperdiçadas, por temor, ideias erradas de incapacidade, falta de conhecimento do próprio potencial. Aliás, mais uma vez, é o autoconhecimento que nos dá elementos para saibamos o que somos, queremos, como e quando devemos alterar nossos roteiros de vida e a nós mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para aqueles que acreditam, Jesus Cristo ressuscitou. A ideia de ressurreição é interessante para todos, independente de serem cristãos ou não, para quando sentirem que precisam de mudanças em suas vidas. "Morrer" para uma situação ruim e "ressuscitar" para uma melhor. Com consciência, ouvindo seus medos, pois eles podem dizer algo de positivo, mas não se deixando dominar pelo medo que paralisa, diferente daquele que adverte e faz ser cauteloso. Com confiança em si, em seu potencial e seus conhecimentos, ciente de sua força para superar obstáculos e seguir em frente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há becos sem saída na vida, com exceção daqueles que imaginamos para nós. Há a chance de renascer para uma existência melhor. Isso depende da vontade própria e de quanto nos conhecemos para prosseguir da melhor maneira possível, sem tantas cobranças de ter de acertar sempre o tempo todo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser livre para renovar-se sempre que perceber a necessidade. Uma grande conquista interior que nos torna mais felizes, fortes e preparados para a vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6584314118255202052-7396598391093385829?l=reflexoeseredescobertas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/feeds/7396598391093385829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2010/03/renovar-se-para-viver.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/7396598391093385829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/7396598391093385829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2010/03/renovar-se-para-viver.html' title='Renovar-se para viver'/><author><name>Marcus Facciollo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02707236919449415613</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5KySA8qNB6U/SnI5KrxynsI/AAAAAAAAAAU/mXEBMT0Oc0A/S220/vendo.olimpiadas.ago.2008.2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6584314118255202052.post-2862955767864757488</id><published>2010-03-17T15:07:00.005-03:00</published><updated>2010-03-17T17:32:28.737-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desenvolvimento pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='superproteção'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amadurecimento'/><title type='text'>Superproteção (ou Até que ponto alguém é responsável pelo outro)</title><content type='html'>Alguns dias atrás li uma matéria sobre uma pesquisa desenvolvida numa universidade japonesa (Universidade de Gunma, trabalho de Kosuke Narita e equipe) que relata, depois de analisar os cérebros de 50 jovens de 20 anos, que aqueles que foram superprotegidos pelos pais tinham menos massa cinzenta no córtex pré-frontal, região do cérebro que se desenvolve durante a infância, sendo que anomalias nessa região cerebral têm ligação direta com esquizofrenia e doenças mentais. Kosuke Narita acredita que esse crescimento anormal da referida parte do cérebro se deva a elevadas taxas de cortisol (hormônio do estresse) e baixa produção de dopamina (neurotransmissor estimulante do sistema nervoso central). Claro, é uma pesquisa nova, muitos outros pesquisadores e cientistas ou discordam dos resultados ou apontam para a necessidade de mais estudos a respeito, porém, não é preciso ser cientista para concluir algo que é muito visível: a superproteção, não só na infância, mas em todas as idades, prejudica o desenvolvimento e o crescimento das pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se nas crianças esse prejuízo pode se dar em nível fisiológico cerebral, mesmo que nos jovens e adultos isso não ocorra mais, a superproteção freia o desenvolvimento, a iniciativa, a liberdade e a maturidade da pessoa. Proteger quem precisa, acolher, ensinar, orientar, quando necessário são coisas positivas; superproteger, limitar, é diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A superproteção, além de ser reflexo de um amor meio "sem noção", ocorre quando se parte do princípio de que o outro não é capaz de cuidar de si, subestimam-se as capacidades dele e o superprotetor considera-se onipotente e onisciente, o que não raro o torna arrogante e achando-se dono da verdade. Repito, deve-se proteger e ajudar quem precisa, como uma criança, uma pessoa com problemas físicos ou mentais, mas, a menos que a pessoa seja &lt;em&gt;totalmente&lt;/em&gt; incapacitada, permanentemente, mesmo quem exige mais cuidados deve ter um grau de autossuficiência, o mais possível, para que cresça interiormente e sinta-se vivo, produzindo algo, não dependente total, frágil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem superprotege acha que ama da melhor forma possível. Alguns até sentem que não deveriam agir assim, mas não conseguem romper esse comportamento. O superprotetor, além de considerar o superprotegido como incapaz para muitas coisas, pega para si uma carga enorme, exaustiva: é responsável por sua vida e também se responsabiliza pela vida do outro, além do que seria adequado. Ora, já é tão complexo, às vezes trabalhoso, a gente ser responsável pela própria vida, quanto mais pela de outra(s) pessoa(s)! O superprotetor tem um trabalho multiplicado por dois, três... Sofre demais quando acontece algo (que entende como) ruim na vida de quem superprotege, acumula estresse, ansiedade, cansaço, mau humor e rispidez para consigo e para com os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem é superprotegido sente-se amarrado, sufocado, tolhido em suas liberdades, percebe a mensagem de que é "incapaz" e nutre uma revolta por causa de o considerarem assim e/ou introjeta isso e passa, mesmo que inconscientemente, a acreditar nessa mensagem. Torna-se inseguro, dependente, não consegue tomar muitas decisões sozinho, fica mais frágil perante as vicissitudes da vida, tem possibilidade de desenvolver alto grau de ansiedade e até depressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora que com esse esquema de superproteção surgem chantagens de ambos os lados. O superprotetor pensa deter o controle, ameaçando retirar a sua "cria" de debaixo das asas, deixá-la ao "relento", entregue à selvageria do mundo se ela não seguir as regras impostas. Ameaça cortar as regalias, mas só ameaça, porque na verdade jamais poderia pensar em fazer isso com pessoa(s) tão frágil(eis). Ameaça cortar suporte econômico, psicológico, o que existir e for relevante caso seu objeto de superproteção fizer algo "errado". Impede-o de desenvolver muitas atividades de diferentes aspectos pois não o considera apto, limitando assim seus horizontes e vivências. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem é superprotegido também possivelmente vale-se de chantagem. Podendo viver num misto de raiva pela situação e concordância com ela, coloca sua "fragilidade" como elemento para que quem o superprotege faça as coisas para ele. Acomoda-se, alimenta medos, deprime-se... Tem às vezes pânico dos desafios, de mudanças que poderiam ser muito positivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revolta, interior e/ou exterior, é possível para ambos os lados. O superprotetor pode sentir-se exausto por ter de arcar com a responsabilidade da vida do outro, até mesmo usado, maldizer a vida por lhe dar um fardo tão pesado do qual não pode nem deve se livrar. O superprotegido revolta-se por ser tão podado, subestimado, não levado a sério, considerado sempre uma criancinha, e, quando acredita que é incapaz de "andar com as próprias pernas", também maldiz a vida por tê-lo feito tão despreparado, fraco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E há muitos outros aspectos negativos relacionados à superproteção, que não serão todos mencionados aqui para não tornar este artigo um livro. A conclusão que se pode ter, depois de refletir sobre este assunto, reflexão a qual o presente artigo deseja fomentar, é de que a superproteção não é sinônimo de um amor maior e melhor e nem ajudará alguém a viver bem. Nem significa (porém às vezes pode), falando em superprotetor e superprotegido, uma forma disfarçada de sadismo, masoquismo, prepotência, mau caráter, preguiça. A superproteção nasce de equívocos (percepção de incapacidade para um lado e supercapacidade e onisciência para outro), gera muitos problemas, que podem ser solucionados, claro, mas isso demandará esforço, boa vontade de ambos os lados e tempo. Melhor seria não entrar nessa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convido os leitores a fazerem uma autoanálise, se for o caso, e perceberem se há indícios de que superprotegem (excesso de zelo, responsabilidade, limitação, proteção para com o outro, sofrimento com tudo isso) ou se são superprotegidos (excesso de limitações, cuidados impostos por alguém, sensação de estar "sufocado", ideia de falta de condições de gerenciar a própria vida introjetada ou manifestada pelo outro em relação si). Caso um desses dois mecanismos ocorra (ou mesmo os dois ao mesmo tempo, pois muita gente que é superprotegida acaba achando que isso é o certo, apesar de todo o peso da coisa, e repete esse comportamento, então como superprotetor, para com filhos, cônjuges, amigos, etc.):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- para quem superprotege: será que as pessoas são tão incapazes assim, não sabem se cuidar, e não poderiam aprender a fazê-lo; e você é tão poderoso e sempre tão certo assim para administrar vidas alheias? Ensinar a pescar não é melhor que continuar sempre pescando para os outros, até porque um dia poderá não mais ter como fazer isso e aí sim as pessoas sofrerão muito mais ao verem-se sozinhas e sem saber como se cuidar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- para quem é superprotegido: será que você não tem capacidade de cuidar mais de si? Quem o superprotege está sempre certo? Vai deixar sua vida nas mãos de terceiros, sua felicidade, suas escolhas? Mesmo que isso seja cômodo, é tão frustrante... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revolta e brigas, rompimentos brutais, culpas, não precisa nem ajuda. Trabalho de conscientização, autoconhecimento, empatia, boa vontade e perdão, dos dois lados, leva a um novo modelo de relacionamento, com sentimentos mais leves, amor, amizade melhores. Vale a pensa pensar sobre tudo isso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6584314118255202052-2862955767864757488?l=reflexoeseredescobertas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/feeds/2862955767864757488/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2010/03/superprotecao-ou-ate-que-ponto-sou.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/2862955767864757488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/2862955767864757488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2010/03/superprotecao-ou-ate-que-ponto-sou.html' title='Superproteção (ou Até que ponto alguém é responsável pelo outro)'/><author><name>Marcus Facciollo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02707236919449415613</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5KySA8qNB6U/SnI5KrxynsI/AAAAAAAAAAU/mXEBMT0Oc0A/S220/vendo.olimpiadas.ago.2008.2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6584314118255202052.post-8058498753517790466</id><published>2010-02-26T04:37:00.002-03:00</published><updated>2010-02-26T05:47:00.528-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desenvolvimento pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='autoconhecimento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='medos'/><title type='text'>Conheça seus medos</title><content type='html'>Estava pensando sobre o conceito de medo. Não vou escrever sobre fobias, medos decorrentes de distúrbios psicoafetivos, isso é questão para profissionais das áreas de saúde mental e psicologia. Mas abordarei dois tipos de medo, o medo que preserva e o medo que sabota. Um é cautela, o outro é paralisação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se ter medo de tentar algo, de alguém ou de uma situação por sentir-se inseguro, por temer por sua integridade (física, mental, social, etc.), por achar-se despreparado, sem condições de levar adiante uma ação, pelo menos no momento, isso percebido numa autoanálise isenta, sincera. E pode-se ter um medo que é causado por um lado nosso que quer que nos prendamos a estruturas nem sempre muito boas, internas ou externas, que está ligado a percepções distorcidas que temos sobre nós e sobre o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como identificar quando o medo é de um tipo e quando é de outro? Muitas vezes, é muito claro. Noutras, a coisa não é tão simples assim. Primeiramente, admitir que ter medo é normal e faz parte da vida é um bom começo. Sem culpas por sentir medo. Quem não tem medo de nada provavelmente está equivocado. Sim, porque o medo também é sinal de inteligência e percepção das coisas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tendo isso em mente, procurar fazer uma análise do motivo desse sentimento. É causado por questões reais ou por suposições, resistência a mudanças, ideia de falta de capacidade e força interior?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o medo é fruto de uma percepção racional, é um "recado" para tomar cuidado, se preparar mais, avaliar melhor a situação, provavelmente você está diante de um medo positivo, que evitará que faça uma besteira. Esse medo é uma mensagem interna que visa a protegê-lo de consequências negativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando perceber que o sentimento de medo não tem a ver com autopreservação, em vários sentidos, é hora de desconfiar que ele pode ser fruto de estruturas internas que não são muito positivas e são companheiras da insegurança, ansiedade, baixa autoestima. Aí, o que se tem a fazer, antes de superar esse sentimento, é resolver o que não está tão legal assim em seu interior e gera esse medo que acaba por atrapalhar sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ter essa percepção sobre os tipos de medo e conseguir resolver aqueles que são infundados e criados por uma visão distorcida sobre si, só com um conhecimento maior sobre quem você é. Novamente, é o autoconhecimento que trará as soluções. O olhar-se com sinceridade, disposto a ficar cara a cara com suas limitações, preconceitos, visões erradas sobre quem realmente é e o que quer, precisa. Sem se conhecer melhor, não poderá discernir sobre o que realmente sente. O autoconhecimento é trabalhoso, assusta, pode causar reviravoltas dentro e fora de você? Sim. Mas só por meio dele você consegue crescer e se libertar de tudo o que o prende a conceitos e situações que não lhe fazem bem, inclusive o tipo de medo que o impede de viver melhor. (Se nesse processo precisar da ajuda de alguém capacitado, não tenha vergonha, peça, isso não será sinal de fraqueza, mas de sabedoria.)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6584314118255202052-8058498753517790466?l=reflexoeseredescobertas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/feeds/8058498753517790466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2010/02/conheca-seus-medos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/8058498753517790466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/8058498753517790466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2010/02/conheca-seus-medos.html' title='Conheça seus medos'/><author><name>Marcus Facciollo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02707236919449415613</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5KySA8qNB6U/SnI5KrxynsI/AAAAAAAAAAU/mXEBMT0Oc0A/S220/vendo.olimpiadas.ago.2008.2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6584314118255202052.post-1851691164747444345</id><published>2010-02-04T00:06:00.006-02:00</published><updated>2010-02-04T00:53:45.820-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vida positiva'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desenvolvimento pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexão'/><title type='text'>Tempo para pensar na vida</title><content type='html'>Alguém pode lhe perguntar, ao vê-lo(a) pensativo(a): "O que foi, está assim sem fazer nada... está pensando na vida?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a resposta for positiva, que bom! Precisamos, uma vez ou outra, parar tudo o que estamos fazendo para pensar um pouco sobre a vida. Só pensando, analisando algo a fundo podemos perceber o que está bom, o que está ruim, o que precisa ser mantido e o que precisa ser mudado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já ouvi pessoas dizerem "Nossa, nem tenho tempo de me sentir solitário(a)/pensar nos meus problemas/me sentir triste, é tanta coisa para fazer...". Sinceramente, isso me deixa um pouco chateado. Precisamos ter tempo para pensar em como estamos vivendo. Se você não se permite ter esse tempo, que pode ter uma duração variável, muito provavelmente está "no automático", deixando as coisas acontecerem sem ter muito controle sobre elas nem perceber se está tudo bem ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa falta de tempo para pensar na própria existência pode acontecer por não se dar conta de que isso realmente é importante ou então ser algo proposital: você não se permite ter momentos para pensar em sua vida porque sabe que muita coisa não está bem, há muito para ser modificado, então melhor não pensar, pois isso poderia deixá-lo(a) triste; perceber isso também significaria precisar mudar pensamentos e atitudes, e isso dá trabalho, dá medo. Melhor deixar como está e ir levando, sem pensar muito no assunto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que, se deixamos o barco correr, sem darmos a ele uma direção que seja favorável a nós, ele pode nos levar a destinos que nem de longe seriam os melhores para nós. Então, chegando lá, qual seria a atitude? Novamente não pensar no assunto e deixar o barco ir de novo sem destino? Dizer que o tempo passa seria uma justificativa para não agir assim. Claro, para algumas coisas o tempo passa, chances são perdidas, não voltam nunca mais. Porém, para muito sempre haverá novas oportunidades, se não exatamente iguais, parecidas. Creio que até o último dia de nossas vidas podemos fazer e conquistar bastante, externa ou internamente, em diferentes aspectos. O grande problema de deixar a vida passando sem que tenhamos consciência é que, ao sermos levados por ela para rumos não planejados, corremos o risco de ir perdendo a força de vida, a esperança, a fé em nós mesmos. Vai-se indo cada vez mais para longe do que nos faria bem, não se é autor da própria história, isso gera insatisfação, tristeza até. Aí culpa-se a vida. Como ela é injusta, ruim. Tornamo-nos amargos e descrentes, com a tendência de cada vez mais evitar tomar consciência de nossas vidas para não sofremos. E a espiral vai crescendo e nos puxando para o fundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que precisa ser feito, num caso assim, é parar um pouco e se perguntar: o que tenho feito de minha vida, o que tenho feito de/para mim? As coisas estão como quero, estão da melhor maneira possível? Vai ser estranho, vai dar medo, vai dar uma sensação de desorientação, impotência, raiva até. Mas isso deve ser aproveitado, esse movimento de indignação inicial, para que se promovam mudanças positivas que venham nos fazer viver melhor, ser melhores, ter mais alegria e prazer na vida. Nada de parar para pensar na vida, ver que muito está errado e desistir, permanecendo na inércia. Se você já decidiu encarar sua existência de peito e mente abertos, continue tendo essa coragem e arrume o que não está direito, com certeza terá muitas vitórias e satisfações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O medo de enfrentar uma situação ou de mudar não pode fazer com que deixemos a vida ir ao léu. Mesmo que num primeiro momento doa, precisamos encarar os fatos e a nós mesmos para decidirmos por rumos melhores. E pode nem ser tão difícil assim mudar, muitas vezes as soluções são simples, estão diante de nossos próprios olhos, mas se não nos dermos a chance de parar e pensar não conseguiremos encontrá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não fujamos de nós mesmos e de nossas vidas. Afinal, isso é tudo que realmente temos e se não cuidarmos com carinho, quem o fará? Só eu posso saber o que realmente é melhor para mim. Não inventemos falta de tempo, problemas, e se realmente os tivermos arranjemos uma brecha para regularmente refletirmos sobre como as coisas vão indo dentro e fora de nós. Sem tornar isso uma obsessão nem uma avalanche de pensamentos que acabam mais por confundir do que ajudar e tendem a levar à inatividade e frustração, mas usando a razão e a emoção para concluirmos a melhor forma de prosseguir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6584314118255202052-1851691164747444345?l=reflexoeseredescobertas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/feeds/1851691164747444345/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2010/02/tempo-para-pensar-na-vida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/1851691164747444345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/1851691164747444345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2010/02/tempo-para-pensar-na-vida.html' title='Tempo para pensar na vida'/><author><name>Marcus Facciollo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02707236919449415613</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5KySA8qNB6U/SnI5KrxynsI/AAAAAAAAAAU/mXEBMT0Oc0A/S220/vendo.olimpiadas.ago.2008.2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6584314118255202052.post-2332089176032200747</id><published>2010-01-22T00:42:00.002-02:00</published><updated>2010-01-22T02:00:23.677-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento humano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crescimento pessoal'/><title type='text'>Faça o que eu falo... mas faça também o que faço?</title><content type='html'>É muito famoso o ditado popular "faça o que eu falo, mas não faça o que eu faço". Representa algo que é verdade para muita gente, que tem um discurso maravilhoso, positivo, mas cujas ações são bastante diferentes do que pregam: agem com ódio, displicência, egoísmo, negativamente... Isso significa que tais pessoas são hipócritas, falam uma coisa e fazem outra? Nem sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ter o conhecimento necessariamente não significa conseguir colocá-lo em prática, vivenciá-lo. Espera-se que se alguém sabe algo útil, benéfico, deve usar isso a seu favor, sempre. Só que nós, seres humanos, não somos máquinas que reagem da mesma forma sempre que um comando é dado ou uma necessidade aparece. Muitos fatores podem fazer com que uma pessoa não consiga usar seu bom conhecimento. Medos ainda não superados, pensamentos distorcidos e/ou raivosos, falta de crédito no próprio conhecimento ou mesmo em si, achando que todas as coisas boas que sabe não podem ser aplicadas a ela, que não é uma pessoa digna de tanto, momentos de perturbação, e por aí vai. Até mesmo o fato de sermos humanos e não acertarmos sempre (nem termos a obrigação disso) nos faz agir muitas vezes em desacordo com nossos conhecimentos positivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há pessoas, sim, que falam uma coisa e deliberadamente fazem outra. Há quem fale algo e algumas vezes aja de acordo com isso. E há pessoas bastante sábias, maduras, que conseguem na maioria das vezes agir de acordo com as boas palavras que dizem. O que é preciso termos em mente é que as más ações da pessoa, as ações contrárias a seus pensamentos e palavras inteligentes e positivos, não invalidam o que ela nos transmite de bom em seu discurso. Ela pode, sim, nos dizer algo muito útil e verdadeiramente construtivo, mas por diferentes razões, como já citado, não colocar em prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem é que nunca disse ou ouviu "Quem é você para me dizer isso? Você, que faz o oposto do que me fala!". Ou "Você querendo me dar bons conselhos? Olhe primeiro para si, veja se aplica isso à sua vida!". O que ouvimos dos outros primeiro precisa ser analisado antes de ser aceito ou recusado. Se concluirmos, numa análise centrada e isenta, que a pessoa nos passou algo bom, por que não incorporar a informação e usá-la em favor próprio ou para alguém que a necessite? Nessas horas, é absorver o que a pessoa nos transmite de útil, esquecendo um pouco suas más ações para com os demais ou para com ela mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu mesmo já vivi situações assim. Quando adolescente, tive um professor de natação que estava acima do peso esperado para alguém que se dizia nadador e era professor de uma modalidade esportiva. Mas tudo o que ele me ensinou era verdadeiro, surtiu efeito. Eu aprendi a nadar melhor (já sabia um pouco), a ter mais resistência, ganhei velocidade, aprendi técnicas e modalidades diferentes. Como adolescente, nem pensei muito na discrepância obesidade-professor de natação, mas pensando nisso hoje, entendo que não teria nada a ver, mesmo. Ele era um bom professor e o que ensinava era verdadeiro. Outro exemplo foi quando minha mãe voltou de um médico endocrinologista especializado em dietas. "O médico é gordo!", ela falou. "Que desanimador, será que o regime que ele me passou vai surtir efeito?" Meio descrente, ela seguiu as orientações médicas e chegou, suavemente, ao peso que queria. Ou seja, apesar de visualmente contradizer o que pregava sobre reeducação alimentar e controle do peso, o médico tinha o conhecimento correto e o transmitia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ideal seria que a pessoa fosse a personificação de todas as coisas boas que fala, mas não vivemos num mundo ideal nem devemos perseguir isso, pois é uma busca infrutífera que só levará a decepções. O importante é saber que boas lições e informações podem vir até das pessoas aparentemente menos indicadas para isso, pode vir de quem menos se espera e acredita. Portanto, a grande sacada é ficar de olhos, ouvidos, corações e mentes abertos para o que existe e podem nos passar de positivo. E, claro, procurar ao máximo viver de acordo com o que sabemos ser o melhor para nós, sem cobranças se vez ou outra não conseguirmos e fizermos o oposto, mas sempre tentando a maior parte do tempo agir da melhor maneira. Nunca desdenhando de ninguém e invalidando o que possivelmente é aproveitável do que nos falam, mesmo que venha da pessoa em que menos botamos fé. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, até mesmo nos charcos mais lodacentos e feios podem surgir flores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6584314118255202052-2332089176032200747?l=reflexoeseredescobertas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/feeds/2332089176032200747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2010/01/faca-o-que-eu-falo-mas-faca-tambem-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/2332089176032200747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/2332089176032200747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2010/01/faca-o-que-eu-falo-mas-faca-tambem-o.html' title='Faça o que eu falo... mas faça também o que faço?'/><author><name>Marcus Facciollo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02707236919449415613</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5KySA8qNB6U/SnI5KrxynsI/AAAAAAAAAAU/mXEBMT0Oc0A/S220/vendo.olimpiadas.ago.2008.2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6584314118255202052.post-3877269150109174899</id><published>2010-01-11T22:04:00.004-02:00</published><updated>2010-01-11T22:26:58.261-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='moral'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desenvolvimento humano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='verdade pessoal'/><title type='text'>O mestre e o escorpião</title><content type='html'>Não sei quem é o autor do texto abaixo. É um texto já bem conhecido de alguns, mas que eu acho muito bom e por isso resolvi colocar no site. Vai bem ao encontro de muitas coisas que penso, que um erro não deixa de sê-lo só porque muitos o cometem e que não devemos nos distanciar de nossa verdade por causa das circunstâncias e das ações de outras pessoas. Quando alguém se distancia de sua verdade, de seus preceitos, por conta do mundo exterior ou por mecanismos de reação, pode entrar num caminho que trará muitos dissabores e perder o contato consigo e com o que deseja para si e sua vida, o que leva a insatisfação, tristeza, desestímulo... É preferível, na maioria das vezes, manter-se fiel ao que é e não perder o rumo, podendo colocar a cabeça no travesseiro tranquilamente à noite sabendo que não se traiu, a "dançar conforme a música" e no fim das contas nem saber mais direito quem é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vai o texto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Um mestre do Oriente viu quando um escorpião estava se afogando e decidiu&lt;br /&gt;tirá-lo da água, mas, quando o fez, o escorpião o picou. Pela reação de dor,&lt;br /&gt;o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando. O&lt;br /&gt;mestre tentou tirá-lo novamente e outra vez o animal o picou. Alguém que&lt;br /&gt;estava observando se aproximou do mestre e lhe disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Desculpe-me, mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar&lt;br /&gt;tirá-lo da água ele irá picá-lo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mestre respondeu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é&lt;br /&gt;ajudar.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Então, com a ajuda de uma folha, o mestre tirou o escorpião da água e salvou&lt;br /&gt;sua vida. Continuou:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;- Não mude sua natureza se alguém lhe faz algum mal; apenas tome as devidas precauções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns perseguem a felicidade, outros a criam. Quando a vida lhe apresentar&lt;br /&gt;mil razões para chorar, mostre- lhe que tem mil e uma razões para sorrir.&lt;br /&gt;Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua&lt;br /&gt;consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de&lt;br /&gt;você.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;E o que os outros pensam… é problema deles."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6584314118255202052-3877269150109174899?l=reflexoeseredescobertas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/feeds/3877269150109174899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2010/01/o-mestre-e-o-escorpiao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/3877269150109174899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/3877269150109174899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2010/01/o-mestre-e-o-escorpiao.html' title='O mestre e o escorpião'/><author><name>Marcus Facciollo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02707236919449415613</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5KySA8qNB6U/SnI5KrxynsI/AAAAAAAAAAU/mXEBMT0Oc0A/S220/vendo.olimpiadas.ago.2008.2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6584314118255202052.post-254004158156682642</id><published>2009-12-29T01:20:00.003-02:00</published><updated>2009-12-29T02:43:37.724-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desenvolvimento pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='qualidade de vida'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='autoestima'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='velhice'/><title type='text'>Envelhecer é ruim?</title><content type='html'>Estava pensando em escrever sobre o ano novo, sobre como as coisas mudam ou acontecem do jeito que queremos quase sempre quando agimos para tanto, que pensamento positivo é bom, nos motiva e dá forças, mas sem ação não funciona... Porém, aproveitando a ideia de passagem do tempo que representa a mudança de ano, lembrei de uma conversa recente com uma pessoa amiga, sobre a velhice.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela falava como é difícil envelhecer, demonstrando estar consternada com a ideia de ficar velha, até mesmo revoltada com isso. Preciso dizer que quando ela falava em envelhecer referia-se principalmente à perda do "viço da juventude", da "beleza jovial", o que, numa sociedade como a nossa, que cada vez mais tenta retardar algo que deplora, ou seja, a velhice, é visto como algo muito doloroso. Tenta-se hoje em dia, por interesses econômicos e sabem-se lá mais quais, de inúmeras formas retardar o "tempo fisiológico", enganá-lo, manter-se jovem na aparência e também em atitudes o máximo possível. Secundariamente, em nosso papo, havia a preocupação com uma velhice que traz doenças, decadência da saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, creio que ninguém tem vontade de envelhecer antes do tempo, de perder cabelos, ou vê-los embranquecendo, ter rugas novas conforme os anos passam, ver o corpo mudar seu metabolismo e engordar, etc. Por isso que hoje em dia temos tantos recursos que podem minimizar esses efeitos. Atualmente, tem gente com 70 anos que aparenta ter 60, 55... A vaidade e a preocupação com a estética são saudáveis, desde que de maneira equilibrada, representam que a pessoa está com sua autoestima em bom nível e não considera que ter mais anos de vida significa relaxar e descuidar da aparência e da saúde, que não vale mais a pena se preocupar com isso. Vale sim, até o último dia de vida devemos cuidar do corpo, assim como cuidamos da mente e do espírito. O problema é quando a pessoa se sente insegura conforme envelhece, pois comprou a ideia de uma sociedade consumista e equivocada que prega uma juventude eterna a todo custo, e entra numa paranoia de TER de ser, ou parecer, sempre mais jovem, muito mais jovem, às vezes, do que é. Isso denota problemas de autoestima, e o melhor seria, antes de gastar com cirurgias plásticas, procedimentos estéticos e exercícios exagerados, trabalhar o interior, com a ajuda de um profissional habilitado, na maioria das vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem, cuidar equilibradamente do físico, da aparência, é legal e recomendado. Mas, de qualquer forma, se nada acontecer no meio do caminho (pois basta estar vivo para morrer, e isso não é uma desgraça, mas sim uma lição para vivermos bem o hoje), todos iremos envelhecer, e por mais que façamos, isso se refletirá em nossa aparência. Posso ter 70 e aparentar 55, mas não posso ter 70 e aparentar 25! É bom eu encarar isso como uma realidade. Ao invés de ficar maldizendo a vida e a velhice que vem, eu prefiro entender que cada idade tem sua beleza. Exatamente! Cada idade tem sua beleza! Uma pessoa pode ser exteriormente linda aos 20, 30, 60, 80. Depende de como ela se cuida, se porta, se veste, se aceita. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesma pessoa amiga deu um exemplo: se passar a meu lado uma menina de 20 e poucos e uma mulher de 65, para qual eu olharei? Depende. Se a menina de 20 e poucos for desleixada, ou tiver uma postura corporal e maneiras desagradáveis, e a mulher de 65 estiver vestida com elegância (o que não significa luxo), tiver maneiras agradáveis, exalar bem-estar e alegria de vida, com certeza eu olharei para ela e pensarei "Uau, que mulher linda, chique, agradável de se ver!". Isso, inclusive, já me aconteceu na vida real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que se eu me tratei mal a vida inteira, com desleixo, comendo mal, sem me cuidar fisicamente, o passar do tempo refletirá e ampliará minhas atitudes. Por outro lado, se eu me cuido, o passar do tempo não será esse algoz tão impiedoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E até agora eu escrevi sobre corpo, aparência. E a cabeça? Se eu trato mal de minha mente, com pensamentos negativos, mágoas, ódios, amargura, a cada ano que passar eu me tornarei mais e mais cinzento por dentro, perdendo esperanças e vitalidade, energia, alegria de viver. Minha cabeça fica velha, parecendo ter milênios de pó acumulado. Se passo a vida sem saber quem realmente sou, sem me respeitar, sem me dar chances ou me permitir começar de novo sempre que necessário, ter esperanças, fazer algo útil, acreditar e vivenciar o amor, pode chegar um ponto em minha vida em que minha própria consciência entrará em desespero e decidirá pôr um fim nesse processo: há médicos que acreditam serem as demências senis provocadas em grande parte pela própria mente da pessoa. Sim, a pessoa que não criou um universo positivo dentro de si chega a um ponto de tal desespero interno que sua mente decide ir "se apagando", sair da realidade, iniciando um processo de degeneração cerebral que faz a pessoa regredir por vezes à idade infantil, internamente falando, sem reconhecer mais as pessoas, esquecendo quem ela própria é. É a escolha de fugir para parar de sofrer. Fugir de si mesmo e de sua vida, por não ter se dado oportunidades nem o amor necessário e não acreditar mais que isso seja possível (o que na realidade é, até o fim de nossas vidas). A demência seria, então, uma última atitude desesperada para amortecer a dor de uma vida triste que a própria pessoa escolheu (pois sempre podemos fazer escolhas, por mais que tudo pareça estar mal, mesmo assim posso escolher entre sofrer, me entregar e entristecer ou sentir a dor, mas acreditar ser possível melhorar e agir nesse sentido).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que um processo de involução cerebral seja 100% determinado pela forma como eu penso, me trato e ajo, há com certeza fatores físico, genéticos, mas em grande parte pode ser, sim. Por isso, cuidar do meu interior é muito importante, para que ele não envelheça e me lance num caminho de desespero, mas sim amadureça e saiba cada vez mais como viver melhor. Por mais que o corpo esteja envelhecido, a mente pode ser jovem. Que coisa bonita! A mente tem a chance de nunca envelhecer, mas sim de amadurecer!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se vivemos numa sociedade que cobra a juventude eterna, seja na aparência ou mesmo em atitudes por vezes ridículas, cabe a cada um decidir se vai dar ouvidos a ela ou não. Se mesmo com todos os cuidados e atitudes positivas o tempo passa e traz suas consequências, se o corpo inegavelmente muda, mesmo com todas as plásticas e tratamentos de pele, o que fazemos? Desenvolver outros valores, sem abandonar o cuidado com a aparência e a saúde, de forma equilibrada, repito. Desenvolvemos valores como segurança, benevolência, capacidade de amar, de compreender, de raciocinar, ter calma, charme, muitas coisas que só o amadurecimento interno pode trazer, e este geralmente, se a pessoa se permitir, aumenta com a idade e as experiências e aprendizados vividos, racionalizados e incorporados, aumenta com o maior conhecimento que se tem de si. Se sou uma pessoa bem-resolvida, segura de mim, me conheço, amo e respeito, não me sinto mais tão dependente de não ter rugas para ser feliz. Se eu perceber que meus músculos estão mais flácidos, não vou pirar com isso e me "matar" na academia, vou praticar atividade física para manter minha saúde e vou seguir vivendo bem, curtindo meus dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E dizer que cada dia que se passa nos aproxima do fim... Absurdo! Não sabemos quando iremos morrer, só sabemos que iremos, mas isso pode acontecer quando tivermos 20, 40, 90 anos. Por isso, a importância de viver o hoje da melhor forma possível, trabalhar para isso, para preservar o que temos de bom e melhorar o que é deficiente. Escolher a alegria ao invés da dor, do ressentimento, da raiva, da vingança. Viver cada dia em crescimento, com uma cabeça jovem, sem afobações mas sem deixar tudo para amanhã ou para o ano que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, que em 2010 todos nós trabalhemos para ter mentes mais jovens e maduras, pois já vimos que isso é possível, e que saibamos viver cada dia da melhor maneira possível, sempre abertos para aprender, melhorar o que desejamos e ter vidas mais felizes. Aliás, que tal começarmos, ou continuarmos, esse trabalho hoje mesmo, sem esperar o ano que vem? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz Ano Novo, feliz mente jovem!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6584314118255202052-254004158156682642?l=reflexoeseredescobertas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/feeds/254004158156682642/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/12/envelhecer-e-ruim.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/254004158156682642'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/254004158156682642'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/12/envelhecer-e-ruim.html' title='Envelhecer é ruim?'/><author><name>Marcus Facciollo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02707236919449415613</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5KySA8qNB6U/SnI5KrxynsI/AAAAAAAAAAU/mXEBMT0Oc0A/S220/vendo.olimpiadas.ago.2008.2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6584314118255202052.post-3984151559655092428</id><published>2009-12-21T02:46:00.006-02:00</published><updated>2009-12-22T16:39:53.365-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Natal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='fé'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amor'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='esperança'/><title type='text'>Um Natal de verdade para todos!</title><content type='html'>O Natal está chegando. Festas, reuniões com amigos, familiares, e compras, movimento intenso nas ruas, congestionamentos nas estradas, desejo de aproveitar o feriado a qualquer custo, muitas vezes. Mas, qual o significado real desse período? Sabemos ou realmente lembramos dele?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Natal para os cristãos é a comemoração do nascimento de Jesus. Isso é um motivo de grande importância e devoção. E o que mais? E para quem não é cristão? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entendo o Natal como uma data em que as pessoas se reúnem (ou deveriam se reunir) para celebrar o amor que têm umas pelas outras, a fé nelas e na vida, a esperança. Todo ano o Natal é celebrado, como que significando uma oportunidade para relembrarmos a fé no bem, no amor, na capacidade positiva da humanidade. Esse "espírito de Natal" deveria ser diário, durante os 365 dias do ano. Se isso não acontece, que esta época sirva para rememorarmos o que foi citado. Essa ideia de Natal como amor e fé é válida para pessoas de todas as crenças religiosas, ou de crença nenhuma, mas que acreditem no potencial para o bem que todos possuímos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na nossa sociedade, o Natal virou muito sinônimo de compras, festa, banquetes, presentes, ou frustração por não ter dinheiro e não conseguir fazer tudo isso. Há quem verdadeiramente se infernize nesse período por causa da correria, pela dúvida em passar a noite na casa de fulano ou cicrano, como fazer para contentar a todos, ou se sinta infeliz por não ter família ou amigos para compartilhar a data. Não, amigos, não tornemos o Natal uma época-problema. Dinheiro e formalidades não têm nada a ver com a essência desse período. Passemos o Natal com quem realmente amamos e nos ama, com quem importa para nós, sinceramente, façamos isso de bom grado, sem nos forçarmos para manter aparências ou por motivos mesquinhos. Se Natal significa amor, esperança, calor humano, não se deve agir nesta época com mágoas, sentir-se insatisfeito, infeliz. Não é vergonha dizer não a alguém, recusar um convite para passar a data junto se sinceramente não se tem o desejo. Procuremos ouvir o que sinceramente o coração nos diz, quem ele nos diz para estarmos junto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não há com quem passar a véspera ou o dia de Natal, e a gente mesmo? Ora, eu tenho a mim, a pessoa mais importante em minha vida. Não ficarei me lamentando se não tenho dezenas de amigos ou parentes para compartilhar uma ceia, trocar presentes e abraços. Eu mesmo me dou um lindo Natal: abraço-me com carinho, me cumprimento pelo que sou de brilhante, bondoso, pelas minhas qualidades, me dou um presente especial, faço algo que gosto, busco dentro de mim a fé em minha pessoa, resgato a crença de que sou capaz de amar, ser amado e ser feliz, e que, se isso não acontece ainda, tenho possibilidade de fazer com que venha a acontecer, se me ajudar nesse sentido - e posso me ajudar dessa forma, basta eu me permitir encontrar em mim os meios para tanto.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior presente que posso dar aos outros não se mede pelo preço. Nem pela quantidade de pratos de minha ceia. O maior presente que posso dar a quem amo é meu próprio amor. Minha presença, meu abraço, minha promessa sincera de estar ao lado de quem gosto quando a pessoa precisar ou para dividir alegrias, o máximo que eu puder. Celebro a oportunidade de estar com gente especial perto de mim, celebro o fato de estar vivo e ter um mundo de possibilidades boas pela frente. Celebro a oportunidade que tenho de poder, quando quiser e puder, me tornar uma pessoa melhor e mais feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um maravilhoso Natal a todos! A todos mesmo, sem distinção nenhuma. Afinal, Natal é um conceito de bem superior a que todos têm direito. Algo tão bom que poderíamos nos esforçar para que existisse em todos os dias de nossas vidas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6584314118255202052-3984151559655092428?l=reflexoeseredescobertas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/feeds/3984151559655092428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/12/um-natal-de-verdade-para-todos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/3984151559655092428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/3984151559655092428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/12/um-natal-de-verdade-para-todos.html' title='Um Natal de verdade para todos!'/><author><name>Marcus Facciollo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02707236919449415613</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5KySA8qNB6U/SnI5KrxynsI/AAAAAAAAAAU/mXEBMT0Oc0A/S220/vendo.olimpiadas.ago.2008.2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6584314118255202052.post-7373640185139948353</id><published>2009-12-08T16:08:00.004-02:00</published><updated>2009-12-08T17:16:57.444-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desenvolvimento pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desenvolvimento profissional'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='satisfação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='trabalho'/><title type='text'>Trabalho: muito mais do que ganhar dinheiro</title><content type='html'>O trabalho remunerado é o tipo de trabalho que predomina em nossa sociedade. Sim, existe o trabalho voluntário, que não envolve um pagamento (ou, às vezes, implica pagamento simbólico), e o estágio, muitas vezes também não remunerado, só que a maior parte das pessoas que trabalha recebe dinheiro por isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas trabalha-se só para ganhar dinheiro para viver? Se a resposta for sim, é uma pena. O trabalho é (ou deveria ser) mais do que isso; deve(deveria) ser, sim, uma forma de a pessoa empregar seus conhecimentos, capacidade, para um fim útil, conquistando satisfação pessoal por fazer o que gosta, por aprender um pouco mais a cada dia, por contribuir positivamente para a sociedade e sentir-se produtiva, participando da economia e da construção social, além de conquistar seu retorno financeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, o que vemos por aí é um monte de gente trabalhando no que não gosta, sem nenhuma satisfação pessoal, sem aprender nada de novo nem se sentir útil numa escala social, trabalhando apenas para obter sua renda. Uma atividade assim é algo muito pesado de levar. É o trabalho só por obrigação, sem prazer nenhum, como se fosse um castigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, a associação trabalho-castigo é comum em nossa cultura, assim como a ideia de "trabalho sujo", trabalho de segunda categoria. Ora, cada trabalho tem sua importância, por mais simples que pareça. Portanto, desvalorizar um tipo de trabalho é algo que precisa ser repensado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu mesmo, quando criança, ouvia a seguinte frase: "Se você não for bem na escola, vou te tirar de lá e te pôr pra trabalhar!". E olhem que eu ia bem na escola! Durante muito tempo tive essa noção de que trabalho=castigo. Protelei por algum tempo minha entrada no mercado de trabalho, tinha medo de trabalhar, achava que seria uma desonra, um castigo da vida. Depois, já trabalhando, me sentia como que punido, pelas condições, exigências, salários ruins, não me sentia envolvido com o dia a dia do serviço, não gostava do que fazia, não via a hora de chegar o fim de semana, segunda-feira era a morte... É, estava sendo castigado, mesmo. Por responsabilidade minha, diga-se de passagem. O importante foi perceber o mecanismo da coisa e como sair disso, para hoje não viver mais o trabalho como algo pesado, mera obrigação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns pontos para reflexão, importantes para melhorar a relação com o trabalho:&lt;br /&gt;1 - Você realmente quer trabalhar? Nem sempre precisar é igual a querer, lá no íntimo. Se falta vontade para trabalhar, mesmo que necessite por razões financeiras claras, investigue dentro de si que conceitos tem sobre o trabalho: castigo, exploração, perda de tempo? Procure ver o lado bom dele: exercitar sua capacidade, crescer como pessoa, ganhar dinheiro, aprender... &lt;br /&gt;2 - Você trabalha no que gosta? Sim, porque trabalhar numa coisa que acha chata, desagradável, monótona ou que vá contra seus princípios derruba qualquer alto astral. Que tal procurar saber o que realmente aprecia e tentar trabalhar nessa área, ou o mais próximo possível disso?&lt;br /&gt;3 - Você respeita seu trabalho, sente-se produzindo, tem noção de que sua atividade faz parte de um universo maior, que, porém, estaria desfalcado sem o que você faz? Entende e conscientiza a importância de seu trabalho numa escala maior ou o enxerga como uma atividade isolada, sem sentido?&lt;br /&gt;4 - É respeitado em seu trabalho, reconhecido? Já escrevi sobre isso, mas é bom relembrar: se as condições, horários, equipe, salário são ruins, melhor tentar outro local, haverá um em que as coisas serão melhores, não encare o trabalho como algo ruim por causa de algum(ns) emprego(s) ruim(ns) que teve. Não desanime. Perfeição pode não existir, mas condições melhores, sim.&lt;br /&gt;5 - Seu trabalho lhe acrescenta coisas positivas? Novas experiências, alegria, trocas em nível profissional, até mesmo pessoal? Sente-se minimamente seguro nele?&lt;br /&gt;6 - Sente-se razoavelmente recompensado monetariamente pelo que faz, no caso de um trabalho remunerado? Caso não, isso pode influenciar muito em sua relação com o trabalho, pode sentir-se por baixo, até ter a autoestima abalada. É caso de procurar novas opções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os itens acima não são uma receita para a felicidade no trabalho, mas podem ser um ponto de partida para uma avaliação sincera do que tem vivido em seu lado profissional. Outros aspectos surgirão enquanto for pensando nisso, e com certeza terá condições de entender melhor por que tem ou não uma boa relação com o trabalho, que lhe traz satisfação e alegria ou sensação de peso e desânimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se diz popularmente, o trabalho enobrece o homem. Mas não o trabalho-obrigação, o trabalho-peso. Esse tipo vai esgotando o homem aos poucos. O trabalho que enobrece é aquele que traz, além de dinheiro, satisfação, a certeza de estar sendo produtivo, segurança, vontade de aprender mais, trocar conhecimentos. Estar num ou noutro tipo depende muito de nossas escolhas pessoais. Tendo ciência de alguns fatores, como os listados acima, para começar, procuremos fazer as melhores escolhas possíveis. Ganharemos em qualidade de vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6584314118255202052-7373640185139948353?l=reflexoeseredescobertas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/feeds/7373640185139948353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/12/trabalho-muito-mais-do-que-ganhar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/7373640185139948353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/7373640185139948353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/12/trabalho-muito-mais-do-que-ganhar.html' title='Trabalho: muito mais do que ganhar dinheiro'/><author><name>Marcus Facciollo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02707236919449415613</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5KySA8qNB6U/SnI5KrxynsI/AAAAAAAAAAU/mXEBMT0Oc0A/S220/vendo.olimpiadas.ago.2008.2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6584314118255202052.post-7193780950643822989</id><published>2009-11-23T11:25:00.006-02:00</published><updated>2009-11-24T00:21:58.752-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vida positiva'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desenvolvimento pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento humano'/><title type='text'>Enxergando o bom da vida no dia a dia de altos e baixos</title><content type='html'>Existe uma rádio, aqui em São Paulo, que tem algumas inserções de notícias em sua programação, com o diferencial de que são só transmitidas boas notícias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coisa de alienado, alguém pode dizer. Não, é apenas um programa que passa boas informações, dentre os muitos outros programas jornalísticos que relatam boas e más notícias, geralmente com uma quedinha pela desgraça, pela crítica, pela polêmica. Ser alienado seria só ouvir o programa de boas notícias (ou um de más, como existem por aí), mas duvido que alguém não seja exposto ou procure outras fontes de informação. O importante, o diferencial, é que sabe-se que num determinado momento, num determinado veículo de comunicação, você poderá ouvir algo real que fará com que fique mais alegre e satisfeito por saber que coisas boas (também) estão acontecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo o que escrevi até aqui é para fazer uma analogia com a vida e com o ser humano. Quantas vezes nós, em nosso dia a dia, fazemos um "programa interno de comunicação" só com os bons acontecimentos do dia, com o reconhecimento de nossas qualidades e de tudo de bom que existe por aí? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que temos tendência a focarmos mais o ruim, ao ponto de, às vezes, nem perceber o bom. Vou dar um exemplo. Vamos pensar num profissional autônomo, a quem daremos o nome de João, e num dia de sua vida. Ele acorda, vai pra rua e batem em seu carro, amassando o para-choque de leve. Depois, vai à dentista e descobre que seu tratamento ficará mais barato do que pensava. Vai almoçar num restaurante e o prato que pede demora para vir e não está bom. À tarde, perde um cliente que tinha como certo. Pouco depois, inesperadamente fecha um bom negócio. Por telefone, tem uma discussão desagradável com um parente. Mais tarde, um amigo lhe liga e eles têm uma agradável conversa, sendo que é convidado para um almoço no fim de semana na casa desse amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, como será que João vai pensar nesse seu dia, quando estiver se preparando para dormir? Será o dia em que bateram no seu carro, almoçou mal, perdeu um cliente e discutiu com um parente, e só? Ou pensará que seu dia teve tudo isso, mas também fechou um bom negócio, descobriu que gastará menos do que pensava com sua saúde e teve um agradável papo com um amigo, vindo de quebra um convite para um almoço no fim da semana? Se João seguir a tendência que muitas vezes temos de só enxergar os aspectos ruins e esquecer ou minimizar os positivos, terá tido um dia terrível. Irá dormir descontente, cansado, negativo, talvez sem nem vontade de acordar no dia seguinte para enfrentar mais um dia que pode ser tão ruim como o que se foi. Sua energia e seu astral caem, pode comprometer seu sono com preocupações e dissabores, acordar no dia seguinte desanimado e entrar num roteiro de cada vez mais se sentir enfraquecido, entristecido, desiludido, algo que vai miná-lo física e mentalmente e que, se continuar da mesma forma, em algum tempo vai levá-lo a um estado depressivo, ansioso, sem esperanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se João olhar para o dia que se foi como um todo, mas reconhecer o que aconteceu de bom, e que foram várias coisas, isso lhe dará energia, alegria, esperança e vontade de continuar, acreditando que seu dia seguinte poderá ser melhor ainda e que as dificuldades são apenas uma parte de sua vida, mas tudo o que há de bom compensa o ruim. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que está claro o ponto onde quero chegar. Mas alguém pode dizer que há dias nos quais não acontece nada de bom, só fatos e pensamentos desagradáveis. Puxa, difícil haver um dia totalmente ruim, hein? E sobre os pensamentos que você tem num dia, na verdade você que os gera, escolhe a quais se prender e dar valor. Podemos afastar os pensamento ruins que vêm à mente e substituí-los por pensamentos positivos, mesmo que sejam sonhos para o futuro (muitos sonhos a gente pode realizar, não é mesmo?). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tendência de se amarrar ao mau da vida é algo muito humano, comum, podendo ser motivada por distorções de visão sobre si e sobre o mundo, pelo desejo de sentir-se vítima e chamar a atenção, no intuito de obter carinho de outros ou de si. Ora, podemos obter carinho e atenção pelo que temos de positivo, por tudo de bom que transmitimos, e não por pena. Uma baixa autoestima pode nos fazer crer que não temos nada de qualidades e só podemos ser bem tratados ou mesmo admirados por meio de pena ou do sofrimento pelo qual passamos. Desconfiemos se isso ocorre e procuremos melhor a autoestima, nos conhecendo melhor para nos valorizarmos e reconhecermos tudo o que somos de bom. Visões distorcidas sobre o mundo, nas quais só vê o lado negativo, visões essas muitas vezes incentivadas pelos outros, pela mídia, mostrando um monte de tragédias, precisam ser repensadas. Não precisa parar de ler ou ver o jornal na TV, mas saber que há muita coisa boa que não é mostrada, procurar se informar sobre elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a sensação é de que o mundo não é bom, não lhe dá o retorno esperado, pense primeiro se você se dá o retorno que gostaria. Conhece o que tem de bom, valoriza e põe em prática isso? Ok, o mundo tem muita coisa e pessoas nem tão legais assim, mas tem um outro lado, de aspectos e pessoas que valem a pena. Se não consegue dialogar satisfatoriamente com o mundo todo, saiba que isso é normal. Nunca se pode estabelecer relações positivas com tudo e com todos. Com quem e com o que não se pode conviver satisfatoriamente, melhor manter uma distância respeitosa. Agora, com tudo o que há de bom, falando de vida e de pessoas... valorizar, reconhecer, manter-se perto, fortalecer laços. Tudo isso só lhe fará bem, em todos os sentidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, proponho um exercício. Além, claro, de trabalhar em seu autoconhecimento, para sanar distorções de autoestima e de visão de si e da vida, todo dia fazer uma retrospectiva com tudo o que lhe aconteceu de bom. Muitas coisas, na hora em que acontecem, você reconhece, mas muitas não, por isso a importância desse exercício. Vale reconhecer tudo o que realmente é bom, por mais simples que pareça (sim, pois tantas vezes fazemos o contrário, damos atenção e ampliamos as pequenas coisas ruins). Se quiser, até escreva num caderno os fatos e pensamentos positivos do dia. Fazendo isso, tenho certeza de que passará a enxergar a vida com outros olhos. Sabendo que há dificuldades, mas há satisfações, e que as satisfações dão força para viver, alegria, por isso ajudam a superar obstáculos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faça diariamente seu "boletim do tudo de bom". Comece hoje. Isso não é ser alienado e não o afastará da realidade. Só o fará viver e ser melhor, mais fortalecido, com vontade e satisfação. A vida passa a ter outro gosto, mais rico. Como, para mim, aquele chá de maçã com canela que se toma num dia frio e de chuva e traz conforto, sensação de carinho e de alegria.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6584314118255202052-7193780950643822989?l=reflexoeseredescobertas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/feeds/7193780950643822989/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/11/enxergando-o-bom-da-vida-no-dia-dia-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/7193780950643822989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/7193780950643822989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/11/enxergando-o-bom-da-vida-no-dia-dia-de.html' title='Enxergando o bom da vida no dia a dia de altos e baixos'/><author><name>Marcus Facciollo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02707236919449415613</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5KySA8qNB6U/SnI5KrxynsI/AAAAAAAAAAU/mXEBMT0Oc0A/S220/vendo.olimpiadas.ago.2008.2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6584314118255202052.post-3681871056125313891</id><published>2009-11-12T17:19:00.003-02:00</published><updated>2009-11-12T21:02:24.473-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desenvolvimento pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento humano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='consumismo'/><title type='text'>Consumo e consumismo: diferenças, necessidades e reflexões</title><content type='html'>Duas palavras com a mesma raiz, muito semelhantes, mas com significados, implicações nas vidas das pessoas e motivos muito diferentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consumo é alguém adquirir, aproveitar bens, produtos, para satisfazer reais necessidades. Consumimos água e alimentos para podermos sobreviver. Comprar roupas é uma atividade de consumo motivada por uma necessidade real, precisamos nos vestir para vivermos numa sociedade que não aceita a nudez no dia a dia, também para agasalhar nossos corpos do frio, da chuva. Consumimos energia elétrica para que tenhamos uma série de confortos em nossas casas, ambientes de trabalho, mesmo porque hoje em dia é quase inimaginável nossa sociedade funcionando sem energia elétrica. Ou seja, o consumo se baseia em necessidades primordiais para o homem e para a sociedade na qual vive (o que pode variar de pessoa para pessoa, de sociedade para sociedade, porém). Até aqui, vemos que o consumo é uma atividade vital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consumismo, por outro lado, é o ato, ou hábito, de adquirir produtos em geral supérfluos sem que haja necessidade real, de maneira muitas vezes compulsiva, gerando até mesmo problemas financeiros para as pessoas, que desviam parte do dinheiro que seria empregado para fins mais necessários para compras sem necessidade. Há quem chegue a graus extremos de consumismo, comprando montes de coisas sem nem saber o que são, para que servem, e depois se arrependem ao ver que perderam dinheiro e criaram dificuldades financeiras para elas mesmas, por vezes sentem-se culpadas, mas não conseguem evitar que essas atitudes consumistas e negativas se repitam. Mesmo sem falar de casos extremos, as atitudes consumistas não costumam levar a fim positivo nenhum. Compra-se por comprar, não se satisfaz de verdade necessidade alguma, mesmo que temporariamente isso pareça acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nossa sociedade atual, o consumismo é incentivado pelas empresas, na mídia, mesmo os indivíduos passam a achar que é "correto", necessário até. Muitos o entendem como sinal de status, de riqueza, de estar "antenado" com as novidades do mercado. Outros consomem vorazmente para gerar uma (falsa e transitória) sensação de bem-estar interior, como se fosse urgente, vital comprar algo para se sentirem em paz, ou mais felizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que uma "shopping-terapia" às vezes faz bem não se pode negar. Você se dar um presente quando está triste, ou quando quer se fazer um agrado, ou a outra pessoa, por achar que merece, isso é válido e melhora o astral, sim. Mas quando a "shopping-terapia" é frequente, útil para preencher um vazio interior que não se entende ou amainar uma dor, uma necessidade gritante, é hora de parar e refletir, procurando entender o que acontece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito diferente do "luxo útil" que já citei em outro artigo, o consumismo desenfreado é mais um sinal de alerta do que de satisfação de uma necessidade verdadeira. Por que alguém se deixa levar pela mídia, por exemplo, e passar a ser uma pessoa consumista, que acha que estará e/ou será melhor se trocar de celular a cada 6 meses, ou todo ano comprar um carro novo, toda semana comprar uma peça de roupa nova...? Será que faltam alguns valores e certezas internos nessa pessoa, do tipo "meu valor e qualidade como pessoa não se medem pelo que tenho, mas pelo que sou de verdade"? Talvez sim. Talvez a pessoa esteja confusa e ache que o consumismo é a atitude certa em nosso mundo atual, já que ela é bombardeada por mensagens para que compre, compre, compre... Talvez tenha atitudes consumistas (consciente ou inconscientemente) para se sentir aceita num grupo, ou demonstrar estar num "nível superior" perante outros e "levantar" uma autoestima comprometida. Ou, como já dito, tem no consumismo uma "solução" (paliativa, temporária) para seus problemas, usa-o para esquecê-los. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que, como já dito, o bem-estar gerado por tais atitudes, se existe, é efêmero. Os motivos que levaram a pessoa a comprar e comprar não desaparecem, e aí ela permanece nessa roda-viva de compras, gastos, permanência de insatisfações, compras, gastos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a gente se percebe consumista, e isso gera um mal-estar, pode pintar uma culpa por nossas atitudes. Mas, menos culpa e mais ação. O que já foi feito, passou. Importante daí para frente é tentar refletir, entender o que motiva as atitudes, olhar para dentro de nós e avaliar o que acontece. Isso é um processo de autoconhecimento, de redescoberta do eu e de seus valores sinceros. Só assim poderemos encontrar e resolver os conceitos distorcidos que temos, a desorientação que nos acomete, os problemas de autoestima que porventura existam. Poderemos valorizar o que realmente importa, fortalecer-nos internamente e perante mensagens deturpadas externas e internas, fortalecer nossas ideias construtivas, abandonar falsos conceitos. Crer realmente que a satisfação e o bem-estar verdadeiros vêm do SER, e não do TER ou do PARECER.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6584314118255202052-3681871056125313891?l=reflexoeseredescobertas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/feeds/3681871056125313891/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/11/consumo-e-consumismo-diferencas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/3681871056125313891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/3681871056125313891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/11/consumo-e-consumismo-diferencas.html' title='Consumo e consumismo: diferenças, necessidades e reflexões'/><author><name>Marcus Facciollo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02707236919449415613</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5KySA8qNB6U/SnI5KrxynsI/AAAAAAAAAAU/mXEBMT0Oc0A/S220/vendo.olimpiadas.ago.2008.2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6584314118255202052.post-2879113613291551250</id><published>2009-11-04T19:16:00.007-02:00</published><updated>2009-11-04T20:16:09.689-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desenvolvimento pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='afetividade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vida real'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='medos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='vida virtual'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sentimentos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='crescimento pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='autoestima'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='dependência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='timidez'/><title type='text'>MUNDO VIRTUAL E TECNOLOGIA A FAVOR DO SER HUMANO, SEM GERAR DEPENDÊNCIAS</title><content type='html'>Computadores, informatização, internet... Que bom que tudo isso existe, facilita muito a vida de todos nós, que temos cada vez mais atividades e menos tempo. Hoje pode-se trabalhar em casa, graças à internet, desempenhar funções que antes exigiam a presença física da pessoa numa empresa. Podem-se fazer transações bancárias, compras, travar contato com pessoas de diferentes lugares, adquirir muita informação e cultura, divertir-se, fazer amizades, iniciar relacionamentos afetivos via web. Evitam-se deslocamentos, trânsito, poupa-se tempo, dinheiro, há mais comodidade. O que antes demandaria um esforço muito grande hoje em dia é bem mais fácil de fazer graças aos computadores, há diversos programas para os mais diferentes campos da atividade humana: artes, comércio, administração, editoração, medicina, engenharia... Poderia ficar aqui escrevendo muitos e muitos aspectos positivos e acredito que esqueceria de mencionar alguns. São inegáveis os benefícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, toda essa tecnologia deve ser usada a favor do ser humano, ser "escrava" dele, e não o contrário. É a tecnologia que precisa se adaptar ao homem, e não o homem a ela. Se isso muitas vezes não acontece exatamente assim, nós é que temos de aprender a lidar com essas novas ferramentas, ok, certo grau de adaptação e reformulação pessoal e de conhecimentos faz parte. Também há formas de auxílio, seja uma pessoa com mais conhecimento que nos oriente ou mesmo um site, grupo de discussão virtual ou manual que esclareça nossas dúvidas. Procuremos ajuda sempre que for necessário, pois isso nos trará o conhecimento para dominarmos a tecnologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mais chama a atenção, entretanto, é que muitas pessoas, agora falando da internet, acabam se tornando dependentes dela para viver. Sem exageros, há pessoas em situações extremas que se sentem totalmente perdidas se não puderem acessar a internet e ficar on-line o máximo de tempo possível, que pode ser até 24 horas por dia ou mais, como casos que temos conhecimento pela mídia, de gente que passou dias e dias on-line sem comer, sem fazer mais nada, algumas vindo até a morrer. Não, isso não é exagero, por mais incrível que pareça. A coisa vira um vício, na mesma gravidade de muitos outros. A culpa não é da internet, que é algo com muitas possibilidades boas (e muitas ruins, cabe a cada um perceber isso e escolher o que quer), é um problema de cada indivíduo, que usa a vida virtual para compensar ou mascarar deficiências em sua vidas social, afetiva, por vezes trocando o mundo real pelo virtual. Poderia ter caído em outro tipo de vício? Sim. O que a internet tem de tão atrativo justamente são as infinitas possibilidades que apresenta e a relativamente fácil acessibilidade a ela. Atualmente, aqui no Brasil, muita gente tem acesso à web, seja em casa ou noutro lugar. É mais fácil acessar a web do que comprar drogas, por exemplo, não é fora da lei, não é crime o acesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casos de pessoas viciadas no mundo virtual são casos extremos, e não cabe a mim, que não sou psiquiatra, psicólogo, médico, ficar tecendo considerações sobre razões que levam à dependência e soluções para isso. O que quero abordar é que, mesmo não sendo viciadas, dependentes, muitas pessoas acabam passando mais tempo do que seria o ideal conectadas e deixando de ter outras vivências, muito produtivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há quem desista de sair, de encontrar pessoas, para ficar na net. Quem tenha centenas de amigos virtuais (e às vezes não conhece pessoalmente quase nenhum) e deixe de cultivar as amizades reais, muito mais ricas e calorosas. Claro, os relacionamentos virtuais têm seu valor, sim, você pode criar vínculos com pessoas que na vida real não poderia ter contato, mas eles não devem substituir os reais. "Namorar" alguém que você nunca conheceu pessoalmente, via web, é uma relação artificial. Você não conhece de verdade quem é o outro, não tem ideia de como seria no dia a dia a convivência, nem se continuaria a gostar dessa pessoa. Passar madrugadas inteiras na net em bate-papos, sites de pornografia e deixar de tentar construir relacionamentos verdadeiros é uma escolha que preenche o tempo e até gera algumas emoções passageiras, mas não preenche as necessidades reais de carinho, troca, envolvimento, crescimento interior de forma satisfatória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O intuito deste artigo é fazer-nos refletir sobre o quanto temos vivido nossas vidas reais, se somos equilibrados ente esses dois mundos, o real e o virtual, se temos trocado o real pelo virtual, o que nos impele a fazer isso. Timidez, medos, baixa autoestima, falta de disposição, de tempo? O que pode ser feito a esse respeito, tendo-se em mente que pode, sim, haver espaço para a vida virtual, mas que ele não inviabilize muito o espaço que deve ser garantido para nossa vida no mundo real.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6584314118255202052-2879113613291551250?l=reflexoeseredescobertas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/feeds/2879113613291551250/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/11/mundo-virtual-e-tecnologia-favor-do-ser.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/2879113613291551250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/2879113613291551250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/11/mundo-virtual-e-tecnologia-favor-do-ser.html' title='MUNDO VIRTUAL E TECNOLOGIA A FAVOR DO SER HUMANO, SEM GERAR DEPENDÊNCIAS'/><author><name>Marcus Facciollo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02707236919449415613</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5KySA8qNB6U/SnI5KrxynsI/AAAAAAAAAAU/mXEBMT0Oc0A/S220/vendo.olimpiadas.ago.2008.2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6584314118255202052.post-3509549824865787289</id><published>2009-10-31T17:29:00.003-02:00</published><updated>2009-10-31T17:50:46.935-02:00</updated><title type='text'>LANÇAMENTO DO LIVRO "A VIDA PODE SER MAIS LEVE"</title><content type='html'>Foi muito gratificante o lançamento do meu livro com o Sérgio, "A vida pode ser mais leve - conheça-se e seja mais feliz", ontem, na Saraiva Mega Store do Shopping Pátio Paulista. Ver os familiares, amigos queridos reunidos, num clima alegre, de festa, o público da loja vindo falar conosco, demonstrando interesse sobre o livro, adquirindo-o. Superou minhas expectativas, senti-me supercalmo, centrado, feliz. Que coisa boa! Foi meu primeiro evento deste tipo e posso dizer que adorei. Para todos que adquiriram o livro, conhecidos ou não, desejei que tivessem uma ótima e proveitosa leitura e depois entrassem em contato conosco pelo e-mail que colocamos no site do livro, www.avidapodesermaisleve.com.br. É muito importante esse retorno dos leitores para nos dizerem se gostaram do que leram ou não, se isso os ajudou a refletir sobre eles e suas vidas, fazer mudanças positivas, também receber opiniões... Acho importante criar um vínculo com o leitor, principalemnte porque quero que eles me acompanhem nas próximas obras. Escrevo com o intuito de dividir o que tenho de bom com eles, que são o motivo de meu trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou muito satifeito!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6584314118255202052-3509549824865787289?l=reflexoeseredescobertas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/feeds/3509549824865787289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/10/foi-muito-gratificante-o-lancamento-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/3509549824865787289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/3509549824865787289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/10/foi-muito-gratificante-o-lancamento-do.html' title='LANÇAMENTO DO LIVRO &quot;A VIDA PODE SER MAIS LEVE&quot;'/><author><name>Marcus Facciollo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02707236919449415613</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5KySA8qNB6U/SnI5KrxynsI/AAAAAAAAAAU/mXEBMT0Oc0A/S220/vendo.olimpiadas.ago.2008.2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6584314118255202052.post-5150560237876137610</id><published>2009-10-22T16:04:00.002-02:00</published><updated>2009-10-22T16:25:56.259-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='livro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lançamento'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A vida pode ser mais leve'/><title type='text'></title><content type='html'>Pois é, se aproxima a data de lançamento de meu livro em parceria com o Sérgio, "A vida pode ser mais leve". Será no dia 30 próximo, na Saraiva Mega Store do Shopping Pátio Paulista. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meio às expectativas e preparativos do lançamento existe a emoção de um sonho que se torna realidade. Algo que muitas vezes desejei, comecei a fazer... mas parei por desânimo ou por não acreditar que fosse se concretizar. Graças ao contato do Sérgio com nossa editora, a Palavra &amp; Prece, tivemos a oportunidade de publicar a obra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Sérgio já é autor publicado, mas será minha primeira vez. Sim, possuo textos que escrevi mas nunca foram publicados, pelo menos não no papel. Tudo o que está acontecendo em relação a esse livro está sendo uma experiência nova, emocionante, desafiadora e muito gratificante, antes mesmo de se iniciarem vendas e tal. É gratificante comprovar-se capaz, perceber que há quem acredite em você e lhe dê oportunidades, ver que está usando seu potencial e suas qualidades para fazer algo útil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E este é só o começo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6584314118255202052-5150560237876137610?l=reflexoeseredescobertas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/feeds/5150560237876137610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/10/pois-e-se-aproxima-data-de-lancamento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/5150560237876137610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/5150560237876137610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/10/pois-e-se-aproxima-data-de-lancamento.html' title=''/><author><name>Marcus Facciollo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02707236919449415613</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5KySA8qNB6U/SnI5KrxynsI/AAAAAAAAAAU/mXEBMT0Oc0A/S220/vendo.olimpiadas.ago.2008.2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6584314118255202052.post-5871549270834715177</id><published>2009-10-14T12:55:00.004-03:00</published><updated>2009-10-14T15:06:55.058-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='energia de vida'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='luxo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento humano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diversão'/><title type='text'>LUXO PARA VIVER</title><content type='html'>Luxo faz bem para a vida. Quando digo "luxo" não me refiro a ostentação, algo que é feito para atingir um &lt;em&gt;status&lt;/em&gt; maior ou servir de tentativa de ajuda para elevar uma autoestima em baixa (quem precisar de ostentação para se sentir melhor está na hora de refletir sobre si e sua vida e tentar encontrar o que acontece de não tão bom dentro em seu interior). Refiro-me àquilo que é feito por um gosto, prazer, satisfação pessoal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para uns, esse luxo positivo é tirar um dia para não fazer nada, ou para viajar, praticar um &lt;em&gt;hobby&lt;/em&gt;. Para outros, é comprar um perfume, uma roupa nova, um corte de cabelo especial. Ou, ainda, ir ao teatro, visitar uma instituição para crianças carentes, plantar uma árvore. Tudo isso relaxa, dá alegria, energia positiva de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossas vidas não podem ser só obrigações, precisamos dar espaço para o lazer, para o ócio, criativo ou de descanso, mesmo, para um pouco de superficialidade. Ser profundo o tempo todo é cansativo, pesado. A profundidade também se encontra nas coisas superficiais, para quem tem olhos para vê-la. Adoro algumas frases de uma música dos Titãs, "Comida": "A gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte" e "A gente não quer só comida, a gente quer bebida, diversão, balé". E todos temos direito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há pessoas por aí, porém, que parecem não acreditarem que têm direito a algo além de trabalho, estudo, contas a pagar, deveres... Seja por causa da criação rígida que tiveram, por limites que (se) impuseram, por vestirem a "roupa" de vítimas sofredores que não têm tempo, oportunidades ou condições para mais nada além das obrigações. Há quem, inclusive, ache isso bonito, não ter espaço em sua vida para nada além dos deveres. Eu acho isso triste, sinceramente. Tais pessoas muitas vezes criticam aqueles que se dão o direito de ter seus luxos. Não vamos dar ouvido a elas, certo? Estão deixando de viver um lado bom da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O luxo positivo é lúdico, útil, ajuda-nos inclusive a nos tornarmos pessoas melhores, aprendemos a usufruir o bom da vida e o valor que isso tem para todos. Entendemos que isso faz bem e que todos deveriam ter o direito de viver seus luxos pessoais. Luxos que não implicam magoar ou prejudicar alguém para serem obtidos/vividos, que não vão fazer mal ao próprio indivíduo, causar um rombo no orçamento ou tirar verba que seria destinada a alguma necessidade básica ou obrigatória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O luxo é para todos, ricos, pobres, adultos, crianças, homens, mulheres... Cada um tem o seu e tem o direito de tê-lo. Tomar posse de seu luxo e vivê-lo faz bem para a cabeça e para o espírito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6584314118255202052-5871549270834715177?l=reflexoeseredescobertas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/feeds/5871549270834715177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/10/luxo-para-viver.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/5871549270834715177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/5871549270834715177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/10/luxo-para-viver.html' title='LUXO PARA VIVER'/><author><name>Marcus Facciollo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02707236919449415613</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5KySA8qNB6U/SnI5KrxynsI/AAAAAAAAAAU/mXEBMT0Oc0A/S220/vendo.olimpiadas.ago.2008.2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6584314118255202052.post-7821257814707119559</id><published>2009-10-05T18:15:00.010-03:00</published><updated>2009-10-07T00:15:36.223-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='respeito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='qualidade de vida'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='relações profissionais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='relações interpessoais'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='carreira'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='emprego'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='trabalho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='motivação'/><title type='text'>RELAÇÕES INTERPESSOAIS E RESPEITO NO TRABALHO</title><content type='html'>Seja no trabalho, na escola, na família ou num grupo de amigos, as relações interepessoais têm muito em comum, já que acontecem entre pessoas, e pessoas têm características, emoções e atitudes semelhantes onde quer que estejam. Mas, claro, dependendo do tipo de grupo social no qual se encontram, há aspectos diferenciados nas relações. No grupo social do ambiente profissional não se age exatamente como no grupo social familiar, e por aí vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande maioria das pessoas, depois de uma certa idade, variável, passa a integrar o mercado de trabalho, inserida num grupo de pessoas que estão lá para a mesma coisa que ela: trabalhar. Trabalhar para obter seu sustento financeiro, construir uma carreira, pôr em prática seu conhecimento acadêmico, diferentes motivos que existem isolados ou concomitantemente. Uma grande maioria trabalha principalmente porque precisa do dinheiro obtido com sua atuação profissional para custear sua vida, de sua família. Para poder comprar bens duráveis e não duráveis, pagar as contas do mês, custear um curso, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, em princípio, o ambiente de trabalho seria um ambiente no qual as pessoas estão para desempEnhar suas funções profissionais e receber um salário por isso. As relações entre elas, nesse local, seriam primeira e idealmente profissionais, acontecendo de forma harmônica para que todas as funções se complementassem e isso levasse a um objetivo maior, que visa à boa realização das tarefas da empresa onde trabalham. Sim, há quem seja autônomo e trabalhe sozinho, em casa, num consultório, escritório, mas o exemplo a que me aterei aqui é mais o de pessoas que trabalham num ambiente de empresa, onde há mais relações entre profissionais. E, sendo esses profissionais seres humanos, as relações naturalmente não se limitam ao aspecto profissional, como acabei de descrever. Acontecem relações interpessoais que envolvem aspectos que não necessariamente são os básicos de uma convivência empresarial; claro, não somos robôs nem engrenagens numa máquina que trabalham em harmonia só para produzir bem. Criamos amizades, inimizades, afetos e desafetos no ambiente de trabalho, entram em cena egos, solidariedade, inveja, amizade, o melhor e o pior do ser humano. Inevitável, já que somos gente que tem sentimentos e individualidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que esses nossos sentimentos e personalidades, no convívio do dia a dia do trabalho, necessariamente não têm de ser expostos e vivenciados da mesma forma que num grupo de amigos, mesmo que trabalhemos com amigos. O grande lance é saber que no trabalho precisamos ter um tato, uma sensibilidade maior para perceber que há fatores diferenciais envolvidos, próprios desse tipo de relação. Há interesses econômicos, de carreira, de autoridade, que podem não existir em outros grupos sociais. Não é de bom tom que no serviço nos expressemos como se estivéssemos com a família em casa, por exemplo, sem uma maior preocupação no uso das palavras. Falar com um superior como se estivesse falando com a mulher ou com o filho provavelemnte não surtirá um efeito muito bom, esteja você falando de forma carinhosa ou sobre qualquer problema. Usar o bom-senso e lembrar que ali você é um profissional falando com outro é vital para que o relacionamento entre vocês continue da melhor forma possível. Isso não significa deixar de ser quem é, ser falso, mas sim ser inteligente, sabendo que deve exercer sua autenticidade de modos diferentes em ambientes com características diversas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um aspecto que deve permear as relações humanas, não só no trabalho, deve ser o respeito. Pensando no ambiente profissional, o respeito é fator fundamental para que as relações entre as pessoas existam de maneira positiva. Não precisamos ser amigos de todos que trabalham conosco, mas precisamos respeitá-los e por eles ser respeitados, sejam subordinados ou superiores. Todo ser humano merece respeito. Seja nas brincadeiras, seja no convívio diário, seja num momento de algum tipo de conflito, perder o respeito pelo outro nesse tipo de meio põe em risco muita coisa: o bom ambiente, a carreira, o emprego... Tem-se muito a perder com a falta de respeito e polidez no serviço. Uma grosseria ou brincadeira inoportuna pode marcá-lo para sempre naquele ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espera-se que os membros de uma equipe estejam sempre motivados e pensando no objetivo maior da empresa, em seu sucesso no mercado. Só que, para isso, não só um bom salário é o fato principal. Uma pessoa que trabalha num ambiente no qual não é respeitada provavelmente perderá a motivação e sua satisfação e motivação de ficar ali cairão, caindo também seu rendimento. Além disso, o reconhecimento profissional positivo é muito importante, pois faz com que o profissional se sinta notado, valorizado. Dizer que trabalhar bem é a obrigação e não se deve cumprimentar ninguém por isso é um pensamento antigo, pouco produtivo e humano. Sim, se o indivíduo não exerce sua função bem, pode-se pensar em substituí-lo por quem o faça melhor, mas, primeiro, deve-se refletir por que essa pessoa não está desempenhando suas funções a contento. Será falta de preparo, de treinamento, de um ambiente motivador, é má vontade da pessoa, imaturidade? Demitir alguém por ele trabalhar mal sem uma análise geral da situação nem sempre resolve os problemas. A menos que essa pessoa se mostre completamente despreparada, é válido refletir por que ela não está bem em sua função. Se é completamente despreparada mesmo, como foi contratada? Isso não foi notado por quem a contratou, e não será(ão) essa(s) pessoa(s) também despreparada(s) para contratar funcionários? Não valeria a pena treinar mais a pessoa que não está realizando bem seu serviço?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reconhecimento profissional vem em forma de &lt;em&gt;feedbacks&lt;/em&gt; positivos, menções, promoções, aumentos salariais, de uma forma ou de várias juntas. Vem com o respeito à opinião e argumentos da pessoa, confiança, respeito a seu espaço e jeito de ser e agir. Tudo o que as empresas e profissionais deveriam saber, mas ainda muitas vezes ignoram totalmente. Por mais que se fale em desenvolvimento humano, motivação profissional, que existam palestras, cursos nesse sentido, o que se vê muito na realidade é que isso não é aplicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissionais continuam sendo desrespeitados em seus ambientes de trabalho. Seja por que eles próprios agiram de maneira a se prejudicar, agindo de maneira inadequada e conquistando antipatias, construindo uma imagem negativa, ou porque as outras pessoas não têm sensibilidade e preparo suficientes para se relacionar positivamente com os demais membros da equipe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observemos, então, o profissional que se prejudica no ambiente profissional. Ele próprio cria um ambiente negativo à sua volta, com colegas, subordinados e superiores. Como já dito, não se pode falar com os outros no ambiente de trabalho como se estivesse em casa. As pessoas ali, em geral, não têm um histórico de vida, um envolvimento afetivo como seus familiares tem com você e nem sempre estão dispostos a entender e a passar uma borracha sobre os deslizes reais ou imaginários que se possa cometer. Sim, porque é comum algo ser mal entendido por alguém e aí gera-se uma antipatia difícil de anular posteriormente. Precisamos ter sempre em mente que no trabalho precisamos ter educação, respeito pelo outro, falar de maneira clara e polida, observando diferenças e hierarquias, sempre com cortesia, mas nunca esquecendo que seu superior tem autoridade para lhe delegar tarefas e que seu subordinado ou pessoa em posição abaixo da sua não é uma pessoa inferior no aspecto humano por causa disso. Pode-se falar uma série de coisas, desde uma advertência, um pedido de ajuda, uma reclamação, até um elogio ou uma brincadeira, mas sempre com respeito, profissionalismo e bom-senso. Observe o ambiente a seu redor, as pessoas que estão nele. Procure entender as mensagens que passam com suas atitudes e jeito de ser. Isso é a melhor forma de aprender a como agir e se comunicar com elas. Podemos nós mesmos fazer com que se perca o respeito para conosco se agirmos mal. Se seu emprego lhe interessa, seja porque no momento precisa dele ou porque realmente o aprecia, ou as duas coisas, aja de maneira correta nele. Se está cansado dele, procure meios de conseguir um novo trabalho, mas sem criar um clima ruim no seu atual, isso pode prejudicá-lo por muito tempo, até mesmo em novos empregos. Os profissionais se comunicam, uma má fama extrapola muitas vezes o ambiente de uma empresa. Se errou, procure não cometer de novo o mesmo erro. Ganha quem contrói relações positivas no local de trabalho, em qualidade de ambiente, motivação, desempenho. Relacionamentos positivos hoje podem gerar muitas possibilidades boas no futuro. Uma boa rede de contatos profissionais é importante na hora de procurar um emprego; por exemplo: um ex-colega de trabalho pode dar indicações importantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entendamos que para isso não é necessário ser falso, "puxa-saco", político ao extremo. Ser político no trabalho deve(ria) ser entendido como ser equilibrado, polido, relacionar-se bem com diferentes pessoas. Não precisa ser amigo de quem não quer, é só ser profissional e respeitoso; demonstrar iniciativa e boa vontade na realização de seu serviço (desde que isso seja minimamente verdadeiro) gera uma percepção de que é um profissional interessado e positivo, mostra suas qualificações, conhecimentos. E isso dá um retorno bom. Se não é possível, se não tem como ser motivado no ambiente em que está, analise o que acontece. É algo seu ou do ambiente, mesmo? Se for algo de sua parte, tem como corrigir? Vale a pena? Se é do ambiente, é válido insistir e permanecer nele?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, muitas vezes o problema está no ambiente. Seja por causa do desrespeito entre as pessoas, seja por causa das condições precárias de trabalho, isso tudo pode gerar uma situação extemamente negativa. Um colega que sabota seu trabalho, um superior despreparado que o trata de forma pouco adequada, real falta de identificação com a equipe. São muitas as hipóteses. O que precisamos ter sempre em mente é que trabalho nenhum vale mais que nosso bem-estar. Um trabalho que exige sua presença além do que gostaria e seria racional, ou uma equipe de pessoas que não consegue trabalhar em concordância de forma alguma... Tentemos entender a situação e ver se podemos mudá-la por nós mesmos. Há alguém com quem falar sobre o que acontece que poderá efetivamente fazer algo para melhorar a situação? Se sim, ótimo, demos essa oportunidade e façamos nossa parte. Não há como mudar as coisas? Há como a gente se adaptar à situação, encará-la? Vale a pena? Muitas vezes, pensamos que precisamos de qualquer jeito suportar uma situação que nos agride, porque precisamos daquele emprego ou porque ali construiremos uma brilhante carreira. Só que, se a situação não tem possibilidade de mudar para melhor, não adianta. Que custo isso terá para nós, ficar naquele ambiente? &lt;em&gt;Stress&lt;/em&gt;, insatisfação, desmotivação, desrespeito? Desrespeito para com nós mesmos, que permanecemos num meio hostil. Será que não há possibilidade de procurar outra coisa, mesmo permanecendo nesse ambiente enquanto não aparece algo melhor? Será esse emprego o último da face da Terra? Sempre há uma saída, mesmo que pensemos que não no momento. É questão e refletir e tentar achar alternativas, sozinho ou com ajuda de alguém. O que não se pode é permanecer indefinidamente num meio que o incomoda além do que pode ser tolerável, isso variando de pessoa para pessoa. Não há emprego perfeito, só com aspectos bons. Natural. Mas, quando os aspectos ruins se mostram em maior número e mais significativos que os bons, é importante repensar-se nesse emprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A saúde física e mental de ninguém vale menos do que um trabalho. Quem pensa diferente, que colha as consequências negativas no futuro. Se um colega seu está satisfeito com as condições da empresa e você não, que bom para ele. Vocês são pessoas diferentes, o que é bom para ele não precisa ser para você. Insistir num ambiente que o estressa traz uma série de malefícios à sua qualidade de vida e a seu próprio desempenho profissional. Você reflete se está agindo com boa vontade e da melhor forma que poderia, sinceramente, insiste da maneira que pode, tenta, mas será difícil manter um bom nível de trabalho; mesmo que consiga, estará motivado, feliz? Provavelmente, não. Isso transparece para os outros e pode causar sua demissão, principalmente se estiver num meio em que a cobrança por motivação e satisfação a qualquer custo for muito grande. Você se desrespeita e fica exausto para permanecer no ambiente, insatisfeito, e acaba perdendo o emprego pelo qual lutava erroneamente para manter. Teria sido melhor ter procurado outro antes que isso acontecesse, já que não estava mais satisfeito. Muitas vezes pior ainda quando não é demitido, fica anos num meio que o faz mal de muitas maneiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que proponho que se faça é uma reflexão sobre a importância do respeito para conosco e para com os outros no ambiente de trabalho e em suas relações nele. Se temos enfrentado problemas nesse sentido, procuremos identificar suas causas e possíveis soluções. Passamos tanto tempo de nossas vidas no ambiente de trabalho! É algo muito importante para ser ruim ou insatisfatório, o que traz consequências importantes para nós. Se não podemos mudar as relações entre as pessoas como achamos que deveríamos, nem as relações empregador-empregado, se a mentalidade das pessoas muitas vezes está mais para o século XVIII do que para o que deveria ser do século XXI, apesar de aparências de evolução e humanismo, podemos procurar para cada um de nós caminhos profissionais melhores, mais adequados a nossas características, necessidades e desejos. Sem faltar com o merecido respeito para com os outros e para conosco. Com isso, ganhamos não só profissionalmente, mas em qualidade de vida em geral, que é o que realmente importa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6584314118255202052-7821257814707119559?l=reflexoeseredescobertas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/feeds/7821257814707119559/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/10/relacoes-interpessoais-e-respeito-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/7821257814707119559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/7821257814707119559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/10/relacoes-interpessoais-e-respeito-no.html' title='RELAÇÕES INTERPESSOAIS E RESPEITO NO TRABALHO'/><author><name>Marcus Facciollo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02707236919449415613</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5KySA8qNB6U/SnI5KrxynsI/AAAAAAAAAAU/mXEBMT0Oc0A/S220/vendo.olimpiadas.ago.2008.2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6584314118255202052.post-2378461183526384781</id><published>2009-09-17T00:07:00.004-03:00</published><updated>2009-09-17T01:29:20.013-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desenvolvimento pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento humano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='autoaceitação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='autovalorização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='beleza'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='autoestima'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='feiura'/><title type='text'>FEIO É ACHAR-SE FEIO</title><content type='html'>Achar-se feio. Ô coisa ruim! Olhar-se num espelho e não gostar do que vê, ter vergonha de sua aparência, evitar se mostrar, aparecer em fotos, não se aproximar das pessoas por achar que elas vão querer sair correndo ou o desprezarão por sua feiura, retrair-se num mundo de solidão e tristeza. Achar que a grande maioria é mais bonita que você, que seu rosto não tem nada de belo, que seu corpo é desengonçado, ou gordo, ou magro, ou torto... tantas coisas erradas! Assim é difícil ser feliz, satisfeito consigo e viver bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas... o que é ser feio, o que é feiura? São conceitos absolutos? Ou, na verdade, o conceito de feiura é algo relativo, que varia de pessoa para pessoa, sociedade para sociedade, época para época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nossa sociedade atual, existe um padrão determinado de beleza, com variantes, e quem não se enquadra pode pensar que é feio. A imprensa, o comércio, grupos sociais contribuem para reforçar esse padrão e a ideia de desajuste e insatisfação de quem nele não se enquadra. Se quem não se enquadra no padrão estiver com a autoestima comprometida, for inseguro, então, a coisa vem com força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feiura e beleza são conceitos, na verdade, relativos, que variam, sim, de tempos em tempos e de pessoas para pessoas. O que é considerado feio hoje pode já ter sido considerado bonito em outro momento ou sê-lo por outro grupo de pessoas. Lembro-me sempre do que uma amiga me contou. Faz um tempo, ela viu uma reportagem na televisão sobre a ilha de Tonga, na Polinésia. Lá, o padrão de beleza física para as pessoas é estar acima do peso, serem obesas, até. Nessa mesma reportagem, quando uma pessoa, estrangeira e mais magra, andou pelas ruas do local, os habitantes ficaram comentando como ela era feia, alguns até tiraram sarro da pessoa. Isso parece não mudar em quase lugar nenhum do mundo, criticar e menosprezar quem está fora do padrão! Ai, ai, ser humano... Nem precisamos ir tão longe, para Tonga. Até o início dos anos 90 do século passado, aqui no Brasil, a maioria das mulheres achava bonito ter seios de pequenos a médios, e conheço várias pessoas que na época fizeram cirurgia para redução do tamanho das mamas, algumas por motivo médico, porque tinham seio grandes e isso prejudicava a coluna, outras por razão estética mesmo. Alguns anos depois, a coisa mudou totalmente. Influenciadas por um padrão de beleza importado, principalmente dos EUA, muitas mulheres começaram a colocar silicone nos seios para aumentá-los, fazendo isso até os extremos do exagero. Ou seja, será que temos de ficar à mercê de padrões sazonais de beleza para sermos aceitos e nos sentirmos bem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo mundo um dia ou outro acorda, olha-se no espelho e pensa "Nossa, como estou horrível!". Ok, tudo bem, isso acontecendo uma vez ou outra, num momento de baixa na autoestima, no astral, num período de tristeza, passa. Mas todo dia olhar-se no espelho e achar-se o rei ou rainha da feiura indica que algo não vai bem dentro da pessoa, e isso precisa ser trabalhado. É um problema afetivo, de autoestima, de falta de confiança em si, em seu valor, potencial. Nessa hora é necessário um exercício de revisão de conceitos e vida, sobre si, tentar descobrir o que o está colocando nesse estado tão triste. Normalmente, a pessoa não se acha feia por ser fisicamente quem é, mas por motivos interiores que precisam se resolvidos para que ela recobre a autoaceitação, apreciação, o amor por si e pelo que é física e interiormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A beleza que realmente importa é a de dentro, da mente e do espírito. Claro, não é por isso que se vai abandonar o cuidado com a aparência externa e só investir no mundo interior. Cada ser humano é um todo, que compreende corpo, mente e espírito, e todos esses elementos precisam ser cuidados da melhor forma para que vivamos bem e felizes. Supervalorizar um desses aspectos em detrimento de outro(s) é um erro, bastante comum, e demonstra que a pessoa está com dificuldade em lidar com algum(ns) dele(s). Uma pessoa que supervaloriza a beleza exterior, por exemplo. Aquele ser narcisista, que se acha lindo, mais lindo que qualquer um. Normalmente, essa pessoa tem um problema de baixa autoestima, sente um vazio interior, e pretende suavizar essa sensação investindo na construção de um visual perfeito. Ou há insegurança quanto a si mesmo, a pessoa compra um padrão social de beleza e acha que se segui-lo à risca será mais bem aceito pelo grupo e, por conseguinte, mais feliz. Só que nada disso adianta, a pessoa pode estar externamente bonita mas lá dentro continua com seus problemas não resolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém não gosta de algum aspecto externo próprio, pode trabalhar para melhorá-lo, sem problema nisso. Como já dito, somos seres multifacetados, com interior e exterior, que merecem ser cuidados. Mas achar que investir só em beleza externa resolve algum problema interno, mais profundo, isso é ilusão. Uma mudança positiva no visual pode levantar a autoestima, sim, mas só isso não soluciona todas as dificuldades interiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo mundo tem sua beleza pessoal. Em uns, ela pode ser mais percebida na aparência, em outros, no modo de ser, de agir. Outros têm equilíbrio nesses dois aspectos. Só que, com certeza, a beleza que mais faz a diferença, tanto no bem estar da própria pessoa como para quem convive com ela de maneira sadia, é a de dentro. Se você está satisfeito consigo, com o que é, com a vida que leva e se ama, vai se olhar no espelho e gostar do que vê, na maioria das vezes. Vai ser alguém querido pelas pessoas bacanas que também possuem essa beleza dentro delas, que são as pessoas que importam e que podem trazer algo positivo para você. Aquelas pessoas que supervalorizam a beleza física e pouco cultivam a interna, se o acharem feio, problema delas, são gente que com certeza não teria muito a acrescentar-lhe num convívio mais constante. Deixe-as com toda a "beleza" que têm, lá no cantinho delas, curtindo a inquietação e a insatisfação que residem em seu aspecto íntimo e que tentam maquiar com um visual supercaprichado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você se sente feio, procure se reavaliar, conhecer melhor suas qualidades, valorizá-las, ache sua beleza singular. Não tem que seguir padrão nenhum, só tem que seguir o que de verdade descobrir, dentro de si, que pode fazê-lo ser mais feliz. Invista no seu crescimento como pessoa, no crescimento intelectual, afetivo, cuide também de seu exterior com o carinho que ele merece; se algo não lhe agrada nele, pode melhorar, mas sem ficar obcecado pela aparência. Quando se sentir mais confiante, não vai deixar de fazer as coisas que quer porque tem vergonha de sua aparência, vai sim é se achar bonito, sentir-se bonito por dentro e por fora, com direito e munição para ir atrás do que deseja. Pode parecer clichê, mas a verdadeira beleza, a mais forte, é aquela que você transmite com seu senso de justiça, afetividade, polidez, sabedoria, simpatia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não é papo de consolação para gente feia. Primeiro que, como já exposto, feio é algo muito relativo, e não existe feiura absoluta. Segundo, é só prestar atenção na vida, com boa vontade, e perceber se não é mais agradável estar ao lado de uma pessoa exteriormente não tão "bela", mas interiormente brilhante, do que ao lado de alguém que parece uma estátua de um deus grego e tem o interior de estátua de mármore mesmo, frio e duro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feio mesmo é achar-se feio. Se você hoje se sente assim, sem culpa por isso. Saiba que é algo que você tem possibilidade de mudar, sozinho, com a ajuda de outros, com conhecimento, reflexão, talvez com uma caprichadinha no visual, se entender ser algo necessário depois de analisar-se racionalmente e mais fortalecido psicologicamente. Mas nunca deixe de se aperfeiçoar interiormente, quanto mais fizer isso, mais estará se tornado uma pessoa verdadeiramente LINDA!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6584314118255202052-2378461183526384781?l=reflexoeseredescobertas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/feeds/2378461183526384781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/09/feio-e-achar-se-feio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/2378461183526384781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/2378461183526384781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/09/feio-e-achar-se-feio.html' title='FEIO É ACHAR-SE FEIO'/><author><name>Marcus Facciollo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02707236919449415613</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5KySA8qNB6U/SnI5KrxynsI/AAAAAAAAAAU/mXEBMT0Oc0A/S220/vendo.olimpiadas.ago.2008.2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6584314118255202052.post-3594615599805071375</id><published>2009-08-17T20:07:00.003-03:00</published><updated>2009-08-17T21:32:09.941-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desenvolvimento pessoal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comportamento humano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicanálise'/><title type='text'>SEM MEDO DA PSICANÁLISE E DO PSICANALISTA</title><content type='html'>Quantas vezes não ouço que psicanálise é coisa para gente doida, neurótica, histérica, ou para quem é rico e não tem o que fazer, então vai matar tempo com o analista. Que é chegar num consultório, ficar deitado num divã, falando sem parar, com o analista longe de seu campo de visão, ouvindo-o ou fazendo sabe-se lá o quê...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciei meu atual processo de psicanálise (sim, pois já tive um anterior) por vontade própria, num momento muito difícil de minha vida, em que me sentia totalmente perdido, num beco sem saída, em depressão. Creio que esse meu movimento interior de procurar um analista e ter tido empatia imediata com ele foi muito positivo, pois já comecei o processo com vontade e confiante que dali resultaria algo positivo. Ter ido com boa vontade, aberto e ter encontrado um profissional muito bom de cara foi meio caminho andado. Mas, isso poderia não ter acontecido, eu poderia não ter tido empatia para com ele, não ter sentido confiança para me abrir, como aconteceu com muita gente que conheço. Aí, só posso dizer algo: se achar que é seu momento mesmo de vivenciar um processo de psicanálise, não desista, procure outro profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, porque a análise é algo muito bom. Muito! Não é coisa de doido ou de desocupado. É um processo que o ajuda a melhorar como pessoa para si mesmo. Você estando com o desejo de que as coisas fluam, estando com um profissional habilitado e humano, consegue importantes resultados positivos. Conhece-se melhor, em primeiro lugar. Começa a discernir o que é bom ou não para você, dentro de si, em sua vida, em seus atos, nos seus contatos pessoais. E aí vem o amar-se melhor, respeitar-se mais, reorganizar a vida pessoal, afetiva, social, profissional, já que você está mais próximo de si e do que quer e precisa para estar bem. Eu considero a análise essencialmente um processo de autoconhecimento orientado por um profissional que o ajuda a encontrar respostas dentro de você mesmo e quando necessário lhe dá orientações e "dicas" de como poderia proceder de forma positiva. Analista não é milagreiro, nem dono da verdade. Nem vai resolver seus problemas por você. Ele lhe apresentará instrumentos para isso, muitos resgatados de dentro de você mesmo. Portanto, a análise só dá certo quando permitimos, colaboramos. O profissional pode ser maravilhoso, habilitado, com uma técnica ótima, mas, se eu não quiser, a coisa não irá em frente. Preciso colaborar. É 50% de mim, 50% dele, essa proporção oscilando para mais ou para menos para algum dos lados em diferentes momentos. Mas nunca será 100% de um lado e 0% do outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho conhecimento de casos em que o psicanalista deu alta para a pessoa depois de 3 meses de análise. Por quê? Na verdade, porque o paciente analisado não cooperava em nada, não se abria, não permitia que o processo acontecesse de forma alguma. Se foi correto dar alta para esse paciente ou não, não questiono a atitude do profissional, mas uso esse exemplo só para reforçar que se o paciente não faz a parte dele, a coisa não vai para frente. Claro, o inverso é verdadeiro. Se o profissional não inspira identificação, empatia e confiança no paciente, não tem técnica, qualidade, melhor procurar outro psicanalista, se for percebido que não existe mesmo indisposição/resistência da parte de quem está no consultório para ser analisado. Mas é importante não desistir da psicanálise. Ok, também pode ser que você, como paciente, não esteja em seu momento para começar num processo de psicanálise. Tudo bem, dê um tempo, retorne quando achar que chegou a hora. Ou talvez seu caminho seja outro, outro tipo de terapia, tudo bem. Mas chegue a esa conclusão de forma sincera, não movido por resistências interiores ou exteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O psicanalista não é um Freud de charuto na mão e cara emburrada. Pelo menos, não tem de ser assim. Há profisionais e profissionais, que seguem diferentes linhas da psicanálise. Pode ser que ele peça para que deite num divã e fique sentado fora de seu campo de visão, pode ser que ele peça que sente numa poltrona de frente para ele, ou mesmo dê a opção de escolher, se quer o divão ou a poltrona. Pode ser que ele ouça mais e você fale mais, ou vice-versa, isso também varia de sessão para sessão, de momento para momento. O bom profissional saberá quando agir de uma forma ou de outra. A sessão pode ser de grande interação entre você e ele, parecendo mesmo uma conversa, um diálogo. Ele pode ser mais distante ou mais próximo, afetivo. Psicanalistas são pessoas como você, com características próprias e diferentes de um para o outro. Além de profissional, ele é um ser humano, que também tem problemas, alegrias, ama, se frustra, conquista. Pessoalmente, eu queria um profissional que fosse informal, que mostrasse seu lado humano e desse opiniões como profissional e também como pessoa, e achei. Se você quer um profissional majoritariamente "profissional", mais técnico e distante, também existe. Ou seja, há psicanalistas de todos os tipos para todos os "gostos" e necessidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa que se ouve muito é alguém dizer que saiu arrasado de uma sessão de análise, que é muito difícil o processo. Algumas sessões são mais densas que outras, mais impactantes, e podemos sair do consultório aparentemente pior do que chegamos. É que geralmente ficamos assim quando alguém nos diz algo que mexe com nossas convicções, com nossos medos, traumas. Não gostamos quando alguém nos dá uma "chamada". Mas, adiantaria se o analista ficasse o tempo todo dizendo "amém" para o que falamos, somos e fazemos? Um amigo de verdade muitas vezes discute com a gente para que nos melhoremos. Assim como o bom profissional às vezes nos "repreende" quando estamos nos fazendo ir "poço abaixo", ou dando "murros em ponta de faca". Uma chamada à realidade, a não compactuação com uma fantasia negativa nossa na forma de uma "bronquinha" é para o bem da gente, para nosso crescimento e melhora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O psicanalista não vai brigar com você se fizer algo "errado", absurdo, infantil, não vai colocá-lo de castigo. Pode falar mais sério e duro consigo, mas isso não significa que deseja humilhá-lo, tratá-lo mal (se existe algum profissional que faz isso por sadismo, é o caso de refletir, perceber se realmente é isso e procurar outro). Quando ele o repreender, vai fazê-lo parar para pensar, cair na realidade. Vai auxiliá-lo, depois, na busca por respostas e atitudes positivas, dará orientações, que, se você estiver aberto para ouvir e pensar sobre, verá que são muito úteis. Ele não irá lhe chamar à atenção e só. Vai fazer isso e quando oportuno trabalhar com você na busca de soluções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, há profissionais diferentes, linhas diferentes. Haverá um profissional com quem se identifique e uma linha de análise com a qual isso também aconteça. Talvez o medo real não seja do analista, nem da imagem que se faz da psicanálise, do que os outros vão dizer quando souberem que você faz análise. O medo maior talvez seja o de você entrar num processo que irá mexer com seus conceitos, ideias, mitos, que o obrigará a ficar cara a cara consigo, conhecer seu interior e reformulá-lo. Ou seja, dá medo de mexer na situação, muitas vezes, por pior que percebamos que ela esteja. Dá medo perceber que vivemos uma mentira, ou que fingimos ser o que não somos, que nos machucamos por hábito ou nos vitimizamos para chamar a atenção, daí vai. Conhecer-se de verdade pode ser amedrontador. Mas, na psicanálise, isso é feito dentro do seu tempo e dos seus limites, não precisa ser uma "terapia de choque". E é feito para seu benefício. Vale a pena enfrentar esse medinho e tentar, se perceber que quer, que chegou a hora. Os resultados positivos, quando começam a aparecer e ser percebidos, valem o esforço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuidemos de nossas próprias vidas. Vamos atrás do que pode ser bom para nós, mesmo que possa parecer desgastante no começo, mesmo que fantasiemos que será difícil. Se não for bom, você poderá parar e retomar depois, de forma diferente, se quiser. Só não se impeça de começar por medos infundados ou por ignorância em relação à coisa. Converse com quem faz, colha informações, impressões, leia sobre, reflita, se desejar, antes de partir para a ação, no caso, a psicanálise. Quando sentir que pode ser o momento, vá. Arrisque-se. A chance de valer muito a pena, de ser muito bom, é bastante grande! Sem se preocupar quanto tempo demorará o processo, quando terá alta, etc., de repente pode se tornar algo tão positivo para você que a análise será por tempo indefinido. Vá sem autocobrança. Encare seu medo e dê um voto de confiança e disposição para que aconteça. Repito, o retorno poderá ser muito bom!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6584314118255202052-3594615599805071375?l=reflexoeseredescobertas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/feeds/3594615599805071375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/08/sem-medo-da-psicanalise-e-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/3594615599805071375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/3594615599805071375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/08/sem-medo-da-psicanalise-e-do.html' title='SEM MEDO DA PSICANÁLISE E DO PSICANALISTA'/><author><name>Marcus Facciollo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02707236919449415613</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5KySA8qNB6U/SnI5KrxynsI/AAAAAAAAAAU/mXEBMT0Oc0A/S220/vendo.olimpiadas.ago.2008.2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6584314118255202052.post-511714431300707039</id><published>2009-08-12T00:48:00.003-03:00</published><updated>2009-08-12T01:27:42.246-03:00</updated><title type='text'>USE A RAIVA A SEU FAVOR</title><content type='html'>Muitas vezes ouvi, em sessões de análise, meu psicanalista me dizer: "Que bom que você está sentindo raiva! Use-a seu favor!".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, a raiva pode ser um ótimo sentimento, positivo. Muito melhor que aceitar uma situação com resignação, passividade, engoli-la e deixá-la dentro de nós, guardada e transformada em mágoa e pensamentos tristes. Porém, de nada adianta sentir raiva, perder a cabeça, acabar se prejudicando até e, no final das contas, piorar a situação ou, depois de tanto estribuchar... sentar no sofá e acabar aceitando uma situação tão passivamente como quem desde o início assim o fez!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usar a raiva positivamente significa vivenciar esse sentimento e transformá-lo em força motriz de uma mudança. De pensamento, atitude, vida. Usá-la positivamente significa entender por que esse sentimento surgiu, aceitá-lo, ver se não é fruto de algum desejo ou ideia nossa que na verdade não é muito "correto", é egoísta, infantil. Caso a raiva seja motivada por imaturidade, ignorância ou egoísmo nosso, vamos trabalhar nosso interior para melhorarmos, sem nos culparmos pelo que sentimos ou pelo que somos no momento, mas procurando nos aperfeiçoar como pessoas. Caso a raiva seja por um motivo válido, por uma injustiça real ou algo parecido, é hora de, com a ajuda de nossa racionalidade e bom senso, utilizar a energia desse sentimento para promover as mudanças desejadas, encontrar soluções para eliminarmos ou minimizarmos o que nos indignou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é tão fácil assim, as explosões de fúria parecem nos cegar e aí agimos irracionalmente, muitas vezes. Nessas horas, melhor nos calarmos ou afastarmos, respirarmos fundo, para depois, mais calmos, podermos refletir e entender a situação e o que fazer de positivo a nosso favor. Mas, nem sempre temos a chance de darmos essa "parada", muitas vezes nem podemos. Temos de agir na hora, até em defesa própria. Aí, então, procuremos ao máximo usar de racionalidade para agir. Usar todo o movimento que acontece dentro de nós para daí obtermos a melhor orientação a seguir. Quanto mais fazemos isso, fica mais rápido e fácil agir com equilíbrio em situações de estresse e raiva. Vamos "pegando prática".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é a melhor solução fazer do movimento interior que a raiva nos causa uma força propulsora da vingança. Trabalhar nesse sentido faz com que usemos nossa inteligência e energia em algo que não será verdadeiramente produtivo para nós, não nos fará crescer nem trará sincero bem estar. Nem é bom jogarmos essa revolta contra nós mesmos, nos punido de diferentes formas. Com isso, não mudamos nada, só nos prejudicamos e atingimos, exclusivamente. Empreguemos nosso tempo e forças numa empreitada que signifique benefícios a nós mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ter raiva significa que você está vivo, tem sentimentos. Conheça-os, o porque de existirem. Reflita sobre eles e sobre como seguir em frente da melhor maneira. Transforme a força da raiva em mais força positiva de vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6584314118255202052-511714431300707039?l=reflexoeseredescobertas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/feeds/511714431300707039/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/08/use-raiva-seu-favor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/511714431300707039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/511714431300707039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/08/use-raiva-seu-favor.html' title='USE A RAIVA A SEU FAVOR'/><author><name>Marcus Facciollo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02707236919449415613</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5KySA8qNB6U/SnI5KrxynsI/AAAAAAAAAAU/mXEBMT0Oc0A/S220/vendo.olimpiadas.ago.2008.2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6584314118255202052.post-1576794963851094099</id><published>2009-07-31T00:03:00.005-03:00</published><updated>2009-08-03T18:39:24.578-03:00</updated><title type='text'>A MAIOR SOLIDÃO DO SER HUMANO</title><content type='html'>Uma pessoa pode sentir-se sozinha quando está longe de suas pessoas queridas, quando não tem (ou pensa que não tem) amigos, pessoas que a entendam, lhe deem carinho, atenção, quando termina um relacionamento afetivo, perde um ente querido... São muitas as possibilidades que trazem o sentimento de solidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, a pior solidão que alguém pode sentir é a de não ter a si, estar distante de seu interior, de sua verdade, não saber quem é. Quando não sabemos de verdade o que somos, o que queremos, nos sentimos perdidos e sozinhos. Ora, nem nós mesmos nos conhecemos, por conseguinte, não conseguimos saber ao certo o que somos e queremos, não somos companheiros de verdade da gente. Não agimos seguindo decisões e desejos autênticos, somos levados pela opinião dos outros, pela vida ou por valores que estão dentro de nós mas que aí se instalaram vindo de fora, com nossa permissão, claro, mesmo que inconsciente, mas não representam nosso eu verdadeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguém nesse estado pode estar rodeado de gente que o ame, dê apoio, compreensão, mas mesmo assim estará se sentindo só, muito, desesperadamente até. Uma solidão que nada que vem de fora pode aplacar de verdade se algo não for feito pela própria pessoa que se sente solitária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito ruim olharmos para dentro de nós e encontrarmos ideias confusas, valores duvidosos, falta de autoconfiança criada por mensagens incorporadas vida afora e pelo não conhecimento de nossa real identidade. Se eu não sei quem sou verdadeiramente, não me conheço, não sei me ajudar, me acompanhar, me amar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa profunda solidão, da ausência do eu verdadeiro, provoca imensa instabilidade e dor. Muitos distúrbios afetivos podem daí advir, como a depressão, por exemplo. Quem passa ou passou por isso sabe como é duro viver nessa condição. E às vezes nem todo o apoio externo a suaviza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho para resolver essa solidão interior é voltar-se para dentro, cada um em seu tempo, de seu jeito, às vezes procurando a orientação de alguém habilitado, e tentar resgatar seu eu autêntico, suas vontades, preceitos, qualidades e aptidões que podem estar esquecidos lá no fundo, encobertos por toneladas de elementos errôneos, pensamentos exteriores de qualidade duvidosa e mensagens negativas que se permitiu que estacionassem no íntimo do ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse trabalho de autoconhecimento e redescoberta, de resgate do eu verdadeiro, nos aproxima mais de nós mesmos, de nossa verdade. Vamos nos achando de novo, percebendo o que temos feito que está ou não de acordo com o que realmente queremos e precisamos. Esse resgate, invariavelmente, faz com que reconheçamos nossas verdadeiras qualidades, limites também (e esses concluímos se podem e devem ser superados, quando e como). Vamos limpando o interior do que não é nosso e percebendo o que de bom temos, vamos reaprendendo a nos gostar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, começamos a nos nortear novamente na existência, mais seguros, mais senhores e companheiros de nós, mais centrados, com mais autorrespeito, autovalorização. Nos amando e conhecendo mais, sabendo pelo que queremos lutar sinceramente; temos para onde olhar quando procuramos respostas e referências: dentro da gente. Somos uma grande companhia e amizade para nós mesmos, não estamos mais sós. Quando tenho a mim, sinceramente, não me sinto só nem desorientado, Posso ficar confuso às vezes, mas sei como parar, refletir e encontrar o rumo novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me sentindo mais só, com falta de mim, posso perceber melhor a vida (e aprender melhor com a leitura que faço dela), seus acontecimentos, as pessoas a meu lado e o que têm de bom a me oferecer. Fico cada vez mais aberto e firme, melhor para viver minha relação comigo e as relações interpessoais de todos os tipos (profissionais, familiares, afetivas, etc.). Fico cada vez mais distante da solidão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6584314118255202052-1576794963851094099?l=reflexoeseredescobertas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/feeds/1576794963851094099/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/07/fwd-post-solidao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/1576794963851094099'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6584314118255202052/posts/default/1576794963851094099'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoeseredescobertas.blogspot.com/2009/07/fwd-post-solidao.html' title='A MAIOR SOLIDÃO DO SER HUMANO'/><author><name>Marcus Facciollo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02707236919449415613</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/_5KySA8qNB6U/SnI5KrxynsI/AAAAAAAAAAU/mXEBMT0Oc0A/S220/vendo.olimpiadas.ago.2008.2.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
